jun 19
Por Reinaldo José Lopes
Parece quase ingratidão desancar um órgão que normalmente presta tão excelentes serviços à nossa espécie, mas vamos direto ao ponto: o olho humano é, no máximo, um quebra-galho. Se tivesse sido projetado para uma feira de ciências, levaria nota 6, e olhe lá. Se fosse um novo gadget, destinado a competir com o iPhone, encalharia nas prateleiras. Apesar do seu funcionamento aparentemente azeitado, nosso olho está longe de ser perfeito, e a culpa de seus inúmeros “defeitos de fábrica” é do processo evolutivo complicado e tortuoso que o trouxe até aqui. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 19
O que leva uma pessoa a enviar uma dúzia de flores murchas ou uma caixa de escorpiões artificiais a um desafeto? O mesmo motivo que desperta a vontade de esmurrar alguém numa briga. São apenas jeitos diferentes de lidar com a raiva.
Enquanto os homens, num acesso de fúria, partem mais facilmente para a reação física, a maioria das mulheres tende a expressar sua mágoa com o que se chama de agressão de baixa intensidade -que inclui atitudes de desprezo, fofocas e planos de vingança. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 17
Por Francisco Quiumento
Há mais de três anos, acredito eu, pois não cuido estas datas, ao entrar no mundo do ORKUT, confrontei-me quando convidado a fazer parte de uma comunidade de Filosofia com um biólogo criacionista biblicista.
Minha surpresa foi grande, confesso, pois minha convivência mesmo com quem tivesse noções menores do que seja o fato da evolução já era pequeno, talvez por sorte, e custou-me a crer que tais personagens existissem.
Na ocasião escrevi um pequeno texto, mais retórico que qualquer outra coisa, que continua ainda válido para o tema, e a frase que abria o então conjunto de posts que o continham marca um tanto de minha então surpresa.
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jun 17
Cientistas na Florida Atlantic University (FAU) criaram um sistema “híbrido” em tempo real, para analisar as interações entre os seres humanos e máquinas (parceiros virtuais). Eles buscam possibilidades de explorar e compreender uma ampla variedade de interações entre máquinas e mentes, e que o primeiro passo para uma união muito amiga entre o homem e a máquina, e talvez até criar um tipo de máquina totalmente diferente. Será o alvorecer do Skynet? Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 16
O cenário é dramático. Na metade do atual século milhões de pessoas poderão estar fugindo de mares que se elevam, de secas ou enchentes devastadoras e de outros desastres naturais, em busca de locais mais seguros onde possam sobreviver.
Seria o maior processo migratório na história. O culpado? As mudanças climáticas globais. O mais preocupante é que tal panorama não está em um livro ou filme apocalíptico, mas sim em um documento produzido por cientistas ligados à Organização das Nações Unidas e à Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, entre outras instituições. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 16
Os criacionistas costumam dizer que Darwin está errado porque nunca viram uma espécie se transformar em outra. Pois cientistas americanos acabam de fazer quase isso: transformaram um peixe de água doce no seu ancestral marinho, revertendo a evolução.
A pesquisa, inédita, foi apresentada no último dia 27 nos EUA a uma plateia de cientistas pelo biólogo David Kingsley, da Universidade Stanford. Foi um dos pontos altos do 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 16
É fácil cairmos em alguma armadilha intelectual ao sugerirmos uma mentira, entremeada com um mundo de fatos verdadeiros. O nosso velho conhecido Dilúvio, onde o pessoal age de subterfúgios como, por exemplo, alegar que acharam fósseis de animais marinhos em montanhas. Realmente, é verdade. Eles só “esquecem” de mencionar que tais fósseis datam de MILHÕES de anos! Muito, mas muito antes dos seres humanos aparecerem na Terra. O fato de haverem inundações tremendas no passado não significa que foi aquela inundação descrita no mito Bíblico. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 15
Com a evangelização da Europa, os cultos da Antigüidade à fecundidade e ao Sol, que aconteciam no dia do solstício de verão, foram integrados ao cristianismo. Passaram a acontecer no dia 24 de junho, festa do nascimento de São João Batista. Essa escolha não foi feita ao acaso e guiada apenas pela efeméride, ou seja, a suposta natividade do santo em seguida à noite mais curta do ano no Hemisfério Norte. Na verdade, João, aquele que purificava os judeus pecadores no rio Jordão, representa os elementos que governam as cerimônias solsticiais, a saber, o fogo e a água. Nos Evangelhos, João pronuncia as seguintes palavras: “Eu utilizo a água, mas aquele que vier depois de mim batizará com fogo”. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 15
Não há novidade nos incidentes desta semana na Cidade Universitária, quando, cumprindo determinação judicial, a Polícia Militar (PM) derrubou barricadas e enfrentou com energia a agressividade de piquetes de servidores e alunos, para liberar o acesso à Reitoria da USP. O confronto era previsível desde que alguns servidores da instituição, com o apoio de pequenos grupos de estudantes e professores vinculados a facções políticas radicais, perceberam que a greve deflagrada no início de maio vinha obtendo baixa adesão. As únicas atividades que o comando de greve conseguiu interromper, além de um ou outro departamento da Faculdade de Filosofia, da FAU e da ECA, foram bibliotecas, creches, bandejões e os ônibus circulares. Nas 80 unidades da USP espalhadas na capital e no interior, os 5 mil professores continuaram lecionando para os 86 mil alunos da instituição. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
jun 15
Os grupos humanos com comportamento cultural moderno surgem na pré-história em lugares e momentos diferentes. Por quê? Esse salto é determinado pelo aumento das capacidades cognitivas da espécie humana? Não necessariamente, segundo explicam pesquisadores do University College de Londres. Para eles, a chave, ou pelo menos uma chave importante, está na estrutura demográfica das populações. Podem ter sido sua densidade, as migrações e as interações entre os subgrupos sociais o que teria provocado o surgimento da complexidade simbólica e tecnológica no comportamento humano – primeiro na África e depois na Europa -, e não necessariamente as mudanças biológicas na capacidade cognitiva, dizem eles. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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