O Espaço, a Fronteira Final. Aqui estamos nós, pobres mortais, navegando pelos éons do espaço-tempo, a bordo da maior “nave” jamais vista: nosso planeta.
A pesquisa do Cosmos não começou com a corrida espacial. Não começou com a observação do afastamento das galáxias e nem mesmo quando Galileu apontou seu telescópio para as estrelas. Ela começou quando o homem parou de acreditar em entidades mí(s)ticas e se questionou do que eram feitas as estrelas e ele, o primeiro cientista, fez a pergunta-chave: “Por quê?”
Nesse momento surgiu a Ciência, quando seres humanos pararam de aceitar qualquer abobrinha como resposta absoluta e buscou explicações que satisfizessem. A Estação Espacial Internacional (ISS) – depois de finalizada a missão STS-119, do ônibus espacial Discovery, quando foi instalado o seu último segmento central e o quarto conjunto de painéis solares – mostra-se bela e resplandescente, viajando por sobre o pálido ponto azul. Continuar lendo “O novo visual da Estação Espacial Internacional”

Se alguém duvida do potencial do grafeno para revolucionar a eletrônica, basta ver que esse material já foi utilizado para demonstrar os melhores transistores já fabricados, aí incluídos o mais rápido, o menor e o mais fino desses componentes que são a base de toda a eletrônica.
A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.
Restauradores de arte, curadores de museus e cientistas de todo o mundo se reuniram no início de fevereiro em Caracas, Venezuela, para discutir algumas preocupações crescentes com a recuperação de obras de arte e peças de acervos em todo o mundo – especialmente em climas tropicais, onde são mais atingidas por mofo, fungos e insetos. No fórum sobre a Conservação do Patrimônio Cultural pesquisadores destacaram diversas aplicações de , que pode ser prejudicial para objetos delicados, até limpar uma peça com bactérias adequadamente selecionadas.
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
A lista “Tiago, José, Judas e Simão” lhe diz alguma coisa? Uma dica: não são nomes de apóstolos. Na verdade, de acordo com o Evangelho de Marcos, estes seriam os irmãos de Jesus, que são citados ao lado de pelo menos duas irmãs de Cristo (cujos nomes não aparecem). Os católicos e ortodoxos normalmente interpretam o trecho como uma referência a primos ou parentes mais distantes do mestre de Nazaré, mas o mais provável é que essa visão seja incorreta. A maior parte dos (poucos) indícios históricos indica que Maria e José realmente tiveram filhos depois do nascimento de Jesus.
Dan Brown é realmente um cara esperto. Ele é mais esperto que bom escritor e seu sucesso se deve mais às polêmicas que envolvem os seus livros do que pelo estilo e qualidade de sua escrita. Em suma, os livros dele são simplórios, mas complicados, com uma teia que vira e mexe e te deixa maluco. E é aí que ele prende o leitor ao misturar histórias que todo mundo conhece com ficções mais do que malucas, dados vagos (e muitas vezes imprecisos), rodeado de um mistério sob um ritmo alucinante, que te faz respirar rápido e nem de pensar no monte de besteiras que ele tá colocando pra você.
A compreensão que temos do mundo a nossa volta é predominantemente dominada pelo contato sensorial. Tudo o que percebemos por meio dos nossos sentidos influencia o nosso entendimento da realidade. Um simples passeio por um local agradável, como uma praia ensolarada ou um bosque iluminado, faz com que recebamos uma infinidade de sensações, que levam o nosso cérebro a fazer as mais diversas interpretações.