Os suspeitos de uma grande matança

As pessoas têm o péssimo hábito de olhar o mundo lá fora e pensar que tudo é perfeitinho. Não é. Desde as Grandes Extinções até aquele monte de camelô impedindo a sua passagem, o mundo sempre foi perigoso. Um exemplo foi a extinção geral, (quase) total e irrestrita ocorrida durante o período Permiano, há cerca de 250 milhões de anos, onde mais de 90% da vida na Terra foi riscada do mapa, por causas diversas.

Houve muitas extinções ao longo do tempo, como a do Pleistoceno, Cretáceo-Triássico (K/T), Triássico Superior, Paermo/Triássica, Frasniano/Fameniano, Ordoviciano Superior e o Vendiano. Muita sorte ter algo vivo hoje em dia, a não ser que alguma força obscura tenha brincado de XBOX Celestial só para saber se algo sobreviveria e demonstrando absoluta falta do que fazer, além de uma incompetência ímpar. Enfim, o que realmente sabemos sobre o período Permiano?

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Crateras na Guatemala podem ter origem na ação humana, diz cientista

galactus.jpgConsiderando que vocês são, no mínimo, mediamente informados, já devem saber das crateras que apareceram na Guatemala estes dias, tendo aparecido várias teorias (na maioria, não-científica) buscando explicar o que aconteceu, como a vinda de OVNIs, o prenúncio de Ashtar Sheran, o soerguimento dos Filhos de Duna e o início do Arrebatamento, onde os cristãos chatos será levados embora daqui de vez (Tomara! Tomara!).

Pelo visto, não precisaremos nos preocupar, pois não parece que Norrin Radd tenha algo a ver com isso. Segundo o Kentaro Mori, trata-se de simplesmente de uma erosão cárstica. Mas há mais coisas entre os céus e a Terra, Horácio, do que possa sonha nossa vã filosofia.

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As ondas de choque de uma erupção vulcânica

eyjafjallajökull.jpgO vulcão Eyjafjallajökull já é mau só pelo nome. A tradução seria algo como Euvoucomersuamaesemky. Em março ele começou sua atividade e em abril teve a graça de fazer o favor de expelir uma quantidade tão grande de cinzas que fechou vários aeroportos, isolando grande parte da Europa.

A Islândia, onde fica o pérfido Eyja (eu me recuso a escrever aquilo tudo de novo, mesmo com Cópia/Cola), é um país insular, isto é, é uma ilhota, muito o da xexelenta, com uma população de pouco mais de 300 mil habitantes. Qualquer favela grande tem muito mais pessoas, mas imagino o que é morar num buraco no fim do mundo, com um vulcão ativo. Qualquer um de nós ficaria feliz da vida!

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