Bactérias são nova arma contra a malária

Por pura incompetência não erradicamos a malária. Afinal, se existisse Evolução, os trabalhos seriam muito mais complicados, mas como as espécies são fixas e não há variância genética entre cepas de protozoários, os cientistas imbecis não foram capazes de inventar um modo de acabar com a doença.

Claro, você leria isso em algum site muito importante no mundo científico, como o Answer  in Genesis, Jesus Voltará ou na Arca Universal. Como aqui se faz divulgação científica de verdade, vamos deixar a baboseira do parágrafo acima para dizer que o novo método para combater a malária não está em inseticidas, e sim em contaminar os mosquitos transmissores com bactérias prontas para impedir que o mosquitão fique "doente".

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Grandes Nomes da Ciência: Oswaldo Cruz

A multidão ensandecida quer justiça! Ela se cansou dos desmandos dos poderosos e resolveu fazer algo contra isso. Os anônimos iniciaram um clamor popular e o homem do alto de seu palácio sente que dias negros se aproximam. O homem do palácio resolveu que algo tinha que ser mudado e o Presidente lhe dera carta branca; mas ele não contava com o Poder do Povo, e este estava decidido… Decidido a continuar na imundície, pouco importando quantas pessoas estavam morrendo.

Esta é a história da briga de Oswaldo Cruz contra a varíola, que resultou em várias mortes no que foi conhecido como “Revolta da Vacina”.

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O vírus do pânico: como o medo influencia a saúde das pessoas

Infelizmente, ainda vivemos sob o espectro de desinformação no tocante a notícias científicas, além de boatos maldosos largados aos quatro ventos. Um desses boatos diz respeito a casos de autismo que apareceram em crianças vacinadas contra a poliomielite. Esta besteira ainda circula até hoje, a ponto do pseudomédico Andrew Wakefield perder sua licença de clinicar, além de praticamente ter sido chamado de criminoso pelo próprio Bill Gates.

Seth Mnookin é um jornalista e escritor americano. Diferente do lixo brasileiro que damos o nome de "jornalismo científico", Mnookin aborda de forma clara e precisa sobre a matéria que pretende escrever. Ele já escreveu para o Washington Post, Newsweek e Vanuity Fair. Em seu recente livro, de nome The Panic Virus: A True Story of Medicine, Science, and Fear (O Vírus do Pânico: A Verdadeira História da Medicina, Ciência e Medo, em tradução livre, que pode ser comprado na Amazon), aborda o tema do pânico causado pela fofocada de uma falsa relação entre vacinas e o autismo.

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Aspirina e tylenol podem reduzir a eficácia das vacinas

Se você é daqueles que corre pra farmácia ao primeiro espirro, não tenho boas notícias. Ainda mais quando levamos em conta o pérfido H1N1, o vírus que dizimará a humanidade, transformando as obras do Stephen King numa realidade assustadora. Não olhe para trás! Tem um cigano prestes a passar a mão no seu rosto e dizer “emagrecido…”

O problema foi identificado por pesquisadores da Universidade do Missouri, EUA. Segundo eles, a procura de vacinas em épocas quando resfriados e gripes passam a ser mais comuns; no entanto, medicamentos como a  aspirina e tylenol – facilmente comprados em qualquer farmácia, pois não precisam de receita médica – inibem certas enzimas, afetando com isso a eficácia das vacinas. Com essa, até o gato que eu enterrei no cemitério índio ficou assustado. Continuar lendo “Aspirina e tylenol podem reduzir a eficácia das vacinas”