Recentes fotos de nosso amigo Sol

O Solar Orbiter é um satélite observador do… Sol. Este satélite foi desenvolvido pela Agência Espacial Europeia, com a missão de realizar medições detalhadas da heliosfera interna e do vento solar nascente do Sol, nosso amigo Sol, apesar de estar lá, bem longe daqui. Não apenas isso, O SOLO faz observações próximas das regiões polares do Sol, o que é difícil de fazer da Terra.

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O fim magnífico de uma relíquia espacial

Na década de 1960, a NASA estava estudando a atmosfera terrestre. Para isso, criou o programa Observatório Geofísico Orbital (Orbiting Geophysical Observatory – OGO). Foram seis satélites lançados pelos Estados Unidos. OGO-1 foi lançado em 4 de setembro de 1964; OGO-2, em 14 de outubro de 196; OGO-3, em 7 de junho de 1966; OGO-4, em 28 de julho de 1967; OGO-5, em 4 de março de 1968 e OGO 6-foi lançado em 5 de junho de 1969.

Todos eles já tinham terminado seu serviço há muito, muito tempo. Todos caíram e viraram caquinha na atmosfera terrestre. Todos, menos o OGO-1, que teve seu fim glorioso em 29 de agosto último, devidamente registrado.

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Um retratinho mágico do Sol

O Sol é uma estrela fascinante. O mais fascinante do Sol é ser uma estrela e estar bem próximo de nós, sem nos queimar de forma horrível. Por isso, podemos apreciá-lo, observá-lo, estudá-lo e, claro, admirar as maravilhas que só uma bolona de átomos sendo fundido a milhões de graus celsius poderia proporcionar. É um mundo só seu, sem ninguém pisar lá ontem, hoje e provavelmente pelo resto dos seus 5 bilhões de anos que ainda lhe restam.

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O flamejante anel do poder solar

O que está subindo acima do horizonte, erguendo-se majestoso? É o Sol, nosso amigo Sol, que está lá, bem longe daqui. A magnífica estrela tão perto da gente que nos envolve com seu calor esfuziante, mas sem nos torrar severamente graças à nossa atmosfera.Nem sempre o nascer do Sol é com ele redondinho, redondinho. às vezes, apenas um anel, mostrando o quando seu poder esfuziante se faz sentir ainda que uma bela parte dele não apareça.

No início da manhã de 10 de maio de 2013, a Lua estava entre a Terra e o Sol nascente num eclipse magnífico que pôde ser visto na Austrália. O vídeo a seguir foi feito lá e mostra o quão poderoso é o astro-rei.

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Pesquisadores estudam um novo tipo de explosão solar

Você pode pensar que as explosões colossais no Sol e sua ejeção de massa coronal são sempre a mesma coisa, mas não são. Elas são bem reconhecidas e caracterizadas mediante suas características, bem reconhecidas pelos astrofísicos e astrônomos. Ainda assim, o Sol sempre nos surpreende, como é o caso da Reconexão Magnética Forçada.

Agora, pesquisadores do projeto Solar Dynamics Observatory estudam as causas e feitos desse fenômeno, entendendo melhor como é a dinâmica interna de nossa estrelinha particular.

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O mesmerizante mosaico na superfície do Sol

Se você é algum tipo de fixista, achando que o universo é paradinho e só com um pouco de sorte os planetas viajam pelo céu, tenho tristes notícias. Não, nada é paradinho e mesmo o Sol se move. Mais do que isso, a própria superfície do Sol se move; nada no universo é estático, ao contrário do que Cláudio Ptolomeu possa ter achado, mas nem era culpa dele. Ele viveu na Idade do Bronze, e só um imbecil ainda continuaria com aquele mesmo conhecimento arcaico, no qual faltam uns planetas, planetas-anões etc.

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Ciência vê e escuta aquilo que ninguém mais é capaz

Ciência é mais que conhecimento organizado. Eu diria que é pura poesia. Aquela palhaçada do filme Contrato “ain, tinha que levar um poeta”. PORRA NENHUMA! Ciência é mais do que isso até. Ela é capaz de ver o invisível e ouvir o inaudível (lembrei daquele conto chato do príncipe que ficou um ano na floresta.)

Imagine você ser capaz de ver um átomo e ouvir o sussurro do Sol. Um poeta apenas solta palavras, mas jamais descreverá isso com exatidão. Já a Ciência…

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O Trânsito de Mercúrio pelo Sol

Em maio de 2016, uma sombra redonda foi vista passeando na frente do SOL. A observação feita pelo Solar Dynamics Observatory foi feita em diferentes comprimentos de onda. Trata-se de Mercúrio, cuja orbita coincidiu em ser bem através das lentes do SDO, que registrou tudo por meio de fotos, que foram agrupadas para formar este time lapse.

Você perdeu, mas não fique triste. O próximo trânsito de Mercúrio ocorrerá em no próximo dia 11 de novembro. E o SDO estará lá para registrar tudinho.

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A Chuva que cai no Sol

Em 19 de julho de 2012, Helios, que nas ilhas Hébridas é chamado de Belenos ne nas terras banhadas pelo Egeu é chamado de Apolo, mostrou a sua fúria quando ordenou uma imensa tempestade de plasma extremamente quente. Foi uma senhora Ejeção de Massa Coronal!

O que era mais incomum, no entanto, foi o que aconteceu em seguida. O plasma na vizinha coroa solar foi fotografado resfriando e recuando, um fenômeno conhecido como “chuva coronal”.

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Ejeções de Massa Coronal de uma forma como você nunca viu… EM 3D!!!

O Sol parece tranquilinho (apesar dos muitos milhares e milhões de graus de temperatura, e uma gravidade altíssima em seu interior, oque faz criar novos elementos). Essa aparência é só isso: aparência. O Sol está sempre em atividade, às vezes mais intensa, à vezes, menos intensa. Uma dessas atividades hardcore é a ejeção de massa coronal, que são erupções de plasma hiperaquecido (mesmo para os padrões de um plasma, que é gás ionizado a alta temperatura) de forma abrupta e são cuspidas para fora da coroa solar. Estas ejeções são levadas pelo Espaço, e ajudam a formar o Vento Solar (mas não exclusivamente), e isso pode ser muito legal de se observar, ou muito ruim pois pode afetar nossos satélites, podendo até dar o azar de fritar alguns milhões de dólares em equipamento em órbita.

Agora, pesquisadores da NASA utilizaram a combinação de dados de três satélites para produzir um robusto mapeamento de uma ejeção de massa coronal, modelando em 3D o que está acontecendo lá no Sol.

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