Práticas de violência auto-perpetrada não são nada incomuns. Não necessariamente a pessoa tem tendências suicidas, mas seu nível psicológico está no limite e a pessoa começa a infringir machucados em si mesma. Cortes, hematomas e coisas afins são uma eterna preocupação, e muitos pais toscos e desatentos não percebem os sinais.
Agora, no século XXI, a prática continua a mesma, mas usando a melhor das armas que puderam inventar. Revólveres? Facas? Não, internet. É o caso do autobullying, quando adolescentes criam perfis falsos para atacar a si mesmos.
É aquela fina linha linha que separa o absurdo do riso da preocupação.
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Final de semana e de mês. O pessoal tá sem dinheiro, mas como andam com energia pra gastar (só energia mesmo), resolveram voltar às raias da Idade Média e partir pra porrada. Não que pessoas brigando seja novidade; o inusitado é saber ONDE a desavença começou: O Facebook! Os dois resolveram partir pras vias de fato, onde um saiu com uma facada na perna e outro quase teve a casa queimada. Esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!
Convenhamos: achar notícias e informações relevantes neste ambiente anárquico chamado Internet não é pra qualquer um. Às vezes, topamos com uma informação, dica, notícia ou algo que achamos que seja do interesse alheio, por acaso. Assim, muitas pessoas gostariam de compartilhar o achado com outras pessoas, de forma a diminuir a trabalheira, da mesma forma como gostaríamos de encontrar algo de nosso interesse, mas que não tivemos a sorte de encontrar.
O ser humano não muda. Não importa se cara-a-cara ou se está atrás de um muro ou se escondendo na Internet. É da natureza humana o ódio e a tendência ao separatismo, chauvinismo e preconceito. Somos uma espécie que só tem feito besteira entre si, mostrando que se há um milagre, foi o de não termos nos matado uns aos outros (ainda).