Malditos cientistas! Olha só o que arrumaram desta vez: descobriram que morcegos nem sempre tiveram a capacidade de usar seu sonar, porque a sua morfologia (a forma de seu corpo) impedia tal coisa. Tal descoberta foi feita graças ao achado de um fóssil de um morcego primitivo, que por sinal, deve estar fazendo muito criaburricionista se rasgar de raiva.
A antiga dúvida sobre o que veio nos morcegos foi a capacidade de voar ou a ecolocalização é antiga e motivou calorosos debates científicos, tendo sido objeto inclusive do célebre A origem das espécies, de Charles Darwin. A isso deve-se adicionar que realmente eles não são, e nunca foram aves. Mais um prego no caixão do livrinho mágico chamado Bíblia.

Todas as pessoas com olhos azuis teriam o mesmo antepassado comum, sugere um estudo realizado por cientistas genéticos da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. Segundo os especialistas, uma mutação ocorrida num gene de apenas uma pessoa há cerca de 10 mil anos teria alterado a produção da melanina – pigmento que dá cor aos olhos, pele e cabelo – na íris.
A maior parte dos principais grupos de animais complexos passou a ter registros fósseis durante a explosão do período Cambriano, quando, em um período relativamente breve (de cerca de 542 milhões a 520 milhões de anos atrás), houve um intenso aumento na biodiversidade do planeta.
O macaco-prego desceu da árvore, caminhou pelo chão em postura bípede até uma palmeira baixa, coletou um coquinho e levou-o correndo a uma rocha plana. Depois, ainda apoiado sobre duas pernas, ajeitou o fruto sobre a superfície dura, ergueu acima da cabeça com as duas mãos uma pedra solta e desferiu um golpe certeiro sobre o coquinho. Tudo muito coordenado. Repetiu as pancadas até rachar a casca e expor a castanha nutritiva, sua refeição. Outros indivíduos do bando esperavam a vez para quebrar os próprios frutos naquela bigorna natural enquanto filhotes observavam atentos.