Neurônios, como toda criança problemática, às vezes surta e pensa que pode fazer o que quer, como coisa que células conseguem pensar. Eu sei que você pode achar que isso é algum tipo de piadinha, mas não é. Neurônio NÃO PENSA. O "pensamento" nosso de cada momento é formado por um fluxo de elétrons que fica saracoteando de lá pra cá, graças às propriedades físicas e químicas das células em questão. A estrutura do neurônio dependerá muito dos seus vizinhos, pois ele precisará estabelecer ligações sinápticas. Entenderam onde eu quero chegar? Não? Então continuem lendo.
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Vikings são um dos povos que mais desperta curiosidade. Desde seus rituais sangrentos durante uma cerimônia fúnebre, segundo o mentiroso Heródoto (o qual pode ter relatado muitas coisas, mas também inventou um monte de besteiras, além de colocar deuses e divindades no meio de acontecimentos que ele sequer presenciou), até o proverbial – e igualmente fantasioso – capacete com chifres, os vikings sempre despertaram mais que a curiosidade, mas até mesmo sensos nacionalistas, chegando ao ponto de servirem de inspiração para Himler, que usou a
O cérebro é um projeto inteligente que demonstra como o projetista andava bêbado durante a sua criação. É um dos mais porcos sistemas jamais criados, incrivelmente feito na base da gambiarra macgaiverista. Qualquer dia, um exame mais profundo demonstrará que ele foi feito com chiclete, fita veda-tudo e cortado ao meio com um canivete suíço.
Eu sei que você conhece a figura ao lado. É a famosa bailarina usada em muitos testes psicológicos, afim de determinar se você pensa "com a esquerda" ou pensa "com a direita", apesar de isso não ter nada a ver com a Imprensa Golpista. Esta animação é uma ilusão de óptica criada pelo webdesigner Nobuyuki Kayahara. Junto a ela vinha a pergunta: "Qual a direção é a dançarina está girando?" Ou seja, a dançarina está girando no sentido horário ou anti-horário?
Neurobiólogos alemães estudam como se pode melhorar a visão de dispositivos robóticos. Como ainda não dispõem de cérebros positrônicos de platinirídio, ainda está cedo para termos um senhor Data, mas podemos ter pequenos robôs voadores, capazes de se deslocarem pelo ar tranquilamente. O problema é na questão do campo visual. para tanto, o estudo se direcionou para uma das melhores ferramentas visuais existente no mundo natural. Não o olho humano, notadamente uma gambiarra evolutiva com um tosco ponto cego divinamente planejado por um desenhista míope. O órgão escolhido foi o olho de um himenóptero m particular: abelhas.
Somos muito dependentes de nossa visão. Achamos que é o principal sentido do corpo (não é), pois estamos acostumados a procurar com os olhos e esquadrinhar o ambiente em que vivemos com uma varredura de olhar. Só que nada é perfeito nos organismos vivos, apesar do que querem que você acredite; e nossa percepção prega truques em nosso olhos, fazendo surgir as chamadas “ilusões de óptica” (não me esqueçam do P). É por causa disso que sempre nos assombramos com o que vemos, que na verdade não vemos. Apenas somos enganados quando o cérebro preenche lacunas com as poucas informações que recebe.
A resposta, como na maioria dos grandes mistérios da humanidade (ok, não é um graaaaaaaande mistério, mas é interessante saber), a Lua sempre nos fascinou; e uma das coisas fantásticas sobre ela é o fato dela parecer maior quanto está próxima ao horizonte do que quanto está no zênite, isto é, bem acima de nós. Este é o primeiro de vários artigos explicando coisas simples, curiosidades que envolvam a ciência, perguntas que quando somos crianças não temos medo de fazer, mas quando adultos ficamos com vergonha, pois seria (em princípio) algo que as pessoas pensam que todos deveriam conhecer. Esta é a série “O Livro dos Por quês”.
Cientistas americanos conseguiram criar uma nova versão de uma espécie de “capa de invisibilidade”, que torna objetos tridimensionais invisíveis sob luz infra-vermelha. O manto criado pela equipe, do formato de um lenço com vários buracos, foi capaz de cobrir um objeto dando a impressão visual de que não estaria cobrindo objeto algum.
A compreensão que temos do mundo a nossa volta é predominantemente dominada pelo contato sensorial. Tudo o que percebemos por meio dos nossos sentidos influencia o nosso entendimento da realidade. Um simples passeio por um local agradável, como uma praia ensolarada ou um bosque iluminado, faz com que recebamos uma infinidade de sensações, que levam o nosso cérebro a fazer as mais diversas interpretações.