
Quando Pato Donald Trump venceu a corrida presidencial, todo mundo ficou chocado (e é isso o que se ganha por chamar os amiguinhos de “deploráveis, né, Hillary?). começaram várias especulações sobre os severos cortes de Ciência e Tecnologia que ia acontecer dali por diante. Foi um Deus-nos-acuda. O problema é que o que aconteceu dali por diante foi bem diferente do que esperavam, e pelo segundo ano consecutivo, a verba à NASA é a maior da última década. Mas tem uma pequena pegadinha. Antes de tudo, vamos examinar o contexto da situação.
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O asteroide 101955 Bennu foi apelidado pelos jornaleiros retardados de “asteroide do fim do mundo”, como se aquela joça fosse cair aqui, quando a probabilidade é de ridículos 0,07%. Ele tem um diâmetro médio de cerca de 492 metros e a NASA está muito interessada em saber do que ele é feito.
NASA não explora só o Espaço. Ela também faz expedições em todos os cantos do planeta. Em 2016, NASA fez inúmeras expedições estudando nosso planeta e suas mudanças.
Aerossóis são partículas muito pequenas suspensas na atmosfera. Os aerossóis são tão importantes para o planeta como pode ser um problema sério. Para tanto, é necessário estudá-los a fundo.
NASA é acrônimo de Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço. Era de se esperar que ela estudasse apenas o que fica voando por aí e o que tem fora da Terra, certo? Então, por que diabos ela estuda o nosso planeta, o clima etc? Não seria para que outras agências fizessem isso?
Nuvens são muito importantes. Não apenas para nos dar uma dica se vai chover, ou não. Elas mostram como o nosso clima anda num aspecto mais abrangente. Por isso a NASA investe em pesquisa sobre nuvens.
Nanossatélites são uma realidade. Há kits de hobbystas, alunos pesquisam,
Toda máquina precisa de uma fonte de energia, e naves espaciais não são uma exceção. seu carro funciona com gasolina, álcool ou gás natural, mas fica um pouco difícil levar isso tudo lá pra cima e reabastecimento é algo praticamente impossível mediante nossa atual tecnologia. Assim, naves como o Curiosity da NASA, perambulando por Marte, precisam de alguma forma de fonte de energia.
Gás carbônico (CO2) é um poderoso gás de efeito estufa. As emissões sobem anualmente, mas há quem enterre a cabeça na bunda e finge que não vê. O vídeo a seguir foi feito por modelagem computacional mediante dados obtidos por satélites. Dá pra ver bem o tamanho do problema.