Artigos da Semana 276

Não fez tanto calor esta semana quanto semana passada e eu torcendo para Winter is Coming (não virá tão cedo). Aproveitei para dar uma caprichada em textos do Apoia.se, mesmo sacrificando um dia de postagem. Mas o que foi postado vale a pena. Sempre vale a pena.,

E se você não viu, taí a sua chance! Tem texto desde ferraris enterradas até esposas se transformando em cobras.

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O ouro líquido de Roma: o número 1 da Economia

A história humana está repleta de práticas que fazem você agradecer por ter nascido na era dos antibióticos e do saneamento básico. Mas poucas dessas práticas atingem o nível de “MAS HEIN?” que a relação dos romanos antigos com urina conseguiu alcançar. Estamos falando de uma civilização que construiu aquedutos magníficos, estradas que duraram milênios e um império que dominou o mundo conhecido e… bem, e que também fazia largo uso de urina para atividades do dia a dia.

Romanos achavam que o xixizão era recurso natural valioso demais para desperdiçar. Não estamos falando de um uso ocasional e discreto. Os romanos transformaram urina em indústria, cobraram impostos sobre ela e a incorporaram em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana, da lavanderia à medicina. Bem-vindo ao mundo onde fazer xixi era literalmente seu dever cívico! Continuar lendo “O ouro líquido de Roma: o número 1 da Economia”

Quando o ketchup era branco, europeu e hoje chamariam de opressor

Se você acha que ketchup sempre foi aquela pasta vermelha açucarada que a gente despeja em batata frita ou na pizza, para horror do pessoal tosco que come comida ruim pois não sabe para que servem condimentos e temperos (devem achar um absurdo colocar sal na batata frita ou pimenta na feijoada, aqueles silvícolas).

A rigor, o catchup (ou ketchup) original nasceu há mais de mil e quinhentos anos na China como um molho fermentado de vísceras e entranhas de peixe. Sim, pois é. Os chinas obtinham o molho espremendo tripas de peixe numa jarra, deixando aquilo fermentar ao sol por até 100 dias no inverno, e chamando de tempero. Continuar lendo “Quando o ketchup era branco, europeu e hoje chamariam de opressor”

Quando ser Rei não salva de morrer de forma ridícula

Ser rei parece o máximo no papel: castelos, coroas, poder absoluto. Mas a história tem um senso de humor macabro e adora nos lembrar que nem todo o ouro do mundo compra uma morte digna. Enquanto o cidadão comum geralmente parte desta vida de forma discreta, alguns monarcas conseguiram a proeza de transformar seus últimos momentos em episódios tão absurdos que fariam até os filmes do Leslie Nielsen parecerem documentários da BBC.

Aqui vai um listão de mortes ignominiosas, esquisitas e… ok, admito: hilárias. Continuar lendo “Quando ser Rei não salva de morrer de forma ridícula”

Artigos da Semana 275

Infelizmente, percebo que os dias de temperatura amena estão acabando, já que hoje fez calor aqui. Ruim de péssimo, mas fazer o quê? Sai de casa já não é legal (vide a quantidade de gente atacada por cães, assaltos, aviões caindo, gente despencando de vulcões e encontrar o vizinho chato). O bom mesmo é fcar em caas, no ar-condicionado, muita comida na geladeira e o resumo do que foi publicado durante a semana.

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Artigos da Semana 274

O resumão da semana está trazendo o melhor da insânia. Acho que a notícia mais “normal” foi o padre que alegou que inventou um aparelho para ver o passado. Tem contrabandista de caveira, pastor de tik tok, previsões de apocalipse entre tudo. Divirtam-se com uma semana insana!

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Artigos da Semana 273

Amanhã acaba o inverno. Fez até um bom friozinho e tal. Estava sentindo falta, já que nos anos anteriores estava até fazendo calor. Só esquentou hoje, mesmo. Não significa, é claro, que alguns não tenham entrado numa fria, como alguns artigos postados esta semana possam comprovar.

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E com vocês o prêmio IgNobel 2025

A 35ª Cerimônia Anual do Prêmio Ig Nobel foi realizada na noite de quinta-feira, 18/09, pela revista Annals of Improbable Research, na Universidade de Boston, em Massachusetts. Os prêmios não são pra qualquer um: eles celebram pesquisas que, à primeira vista, parecem saídas de algum filme do Adam Sandler, mas que, no fundo, cutucam o cérebro humano pra pensar “peraí, isso faz sentido?”. O lema oficial? “Pesquisas que fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Porque, vamos combinar: em um mundo onde estudos sérios custam fortunas pra provar que gatos ronronam pra manipular humanos, o Ig Nobel é o alívio cômico que a Ciência merece.

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Artigos da Semana 272

E aqui a o resumão do que foi postado na semana. Ainda está meio longe das minhas férias, mas vamos que vamos. Pouca coisa pra falar, só isso mesmo. Aproveita aí os artigos.

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Moldávia revelada entre vinhas e memórias

Entre a Romênia e a Ucrânia, espremida como um diamante bruto entre dois gigantes, existe um país que poucos conseguem localizar no mapa, mas que, uma vez descoberto, jamais se esquece. A Moldávia: 33.846 km2 de terra que abraça o rio Dniester, onde vivem 2,6 milhões de almas que guardam uma das tradições vinícolas mais antigas da Europa. Aqui, em adegas que descem até 120 metros de profundidade, dormem vinhos que rivalizem com os melhores do mundo. Esta é uma jornada às raízes de uma nação que renasceu das cinzas da União Soviética, mas cujo coração bate há mais de 600 anos. Bem-vindos à Moldávia, onde cada paisagem conta uma história de resistência e cada gole de vinho carrega séculos de tradição. Continuar lendo “Moldávia revelada entre vinhas e memórias”