
Se você acordou hoje, olhou o calendário e sentiu aquele desconforto irracional de perceber que é sexta-feira 13, pode respirar fundo e direcionar sua indignação para um endereço específico: Thomas Lawson, um dos maiores exportadores de paranoia coletiva da história moderna. O homem que ajudou o mundo inteiro a olhar o calendário com desconfiança nasceu pobre, ficou absurdamente rico, faliu com elegância e morreu esquecido. No meio do caminho, ainda arranjou tempo para afundar um navio e escrever um livro. Não necessariamente nessa ordem.
Hoje é Sexta-Feira 13, dia da SEXTA INSANA DO HORROR! Continuar lendo “O pirata de terno que popularizou a maldição da sexta-feira 13”



O Brasil tem sérios problemas. Um deles é exatamente ser o Brasil. Ontem foi inauguração da Copa do Mundo; e, cá pra nós, que LIXO! Meia dúzia de gato pingado parecendo alguma mostra pedagógica de colégio de periferia, com ents, garoto índio vestido como um maia (não perguntem) e ainda reclamam que gringo pensa que aqui é só mato, selva e bundas rebolantes. Pior! Nem passista de escola de samba tinha. Pelo menos, colocassem o
Cinquenta e uma vezes eu mostrei para vocês a insânia, psicose, loucuras em geral e chatos de galocha chafurdando na poça da estupidez. São malucos, imbecis, idiotas e abilolados de toda espécie trazendo um pouco de diversão nesses dias frios pré-invernais e pré-infernais.
Beth Din não é nome de artista de Hoollywood. Também chamada de Beit Din (ou "Casa do Julgamento"), trata-se de um tribunal rabínico da ala ortodoxa do judaísmo. Eles são responsáveis pela aplicação da Halachá, as leis judaicas que se baseiam não só na Torah (o Livro da Lei) como nos costumes judaicos provindos daí em diante. Só para ser implicante, eu posso comparar isso com a Sharia, o código de leis dos muçulmanos. Na melhor das comparações, são leis idiotas escritas na Idade Antiga/Média e se baseiam em crendices, costumes tribais e em uma absurda ignorância provinda de uma estupidez galopante.
Eu adoro países desenvolvidos. Mas o bom mesmo são os que ainda vivem na pré-história, com uma forma cultural que faria inveja a qualquer maia. Um exemplo é o Quênia, com uma população burra, iletrada, tosca, preconceituosa, analfabeta, supersticiosa e completamente idiota. Nós, moradores de Tuvalu, achamos que se eles falassem português, não seriam muito diferentes do Brasil.