Os caçadores da cidade maia perdida

A vida de um arqueólogo não é fácil. Longe de ser o mundo de aventuras como as do Indiana Jones, arqueologia é algo que requer disciplina, paciência e horas com a bunda pra cima escavando ou se embrenhando em alguma mata esquecida em busca de qualquer treco (neste momento, uma turba de arqueólogos com máscaras do Guy Fawkes lotam a calçada aqui em frente).

Mesmo com toda essa trabalheira, há recompensas, como encontrar uma antiga cidade maia perdida nos cafundó do Judas no México.

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Edileide, cancela o Apocalipse que descobriram outro calendário Maia!

Entre as maluquices dos últimos 2 anos está a besteira inenarrável (mas que todo mundo narra) sobre aquela bosta de apocalipse maia, onde os mortos se erguerão da Terra, o véu do templo se rasgará e… ops, desculpem. Mito errado. O mito inventado pelos loucos de plantão é que em 21 de dezembro desse ano, a Terra não virará o Inferno, porque esta vai direto pro saco, mesmo.

Infelizmente, para esse pessoal, a realidade é menos absurda, como alguns arqueólogos podem comprovar, ao terem desencavado mais um calendário maia. E ele não acaba em 2012.

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A verdadeira história do Calendário

calendario.jpgTodos os calendários se baseiam nos movimentos aparentes dos dois astros mais brilhantes da abóbada celeste, na perspectiva de quem se encontra na Terra – o Sol e a Lua – para determinar as unidades de tempo: dia, mês e ano.

O dia, cuja noção nasceu do contraste entre a luz solar e a escuridão da noite, é o elemento mais antigo e fundamental do calendário. A observação da periodicidade das fases lunares gerou a idéia de mês. E a repetição alternada das estações, que variavam de duas a seis, de acordo com os climas, deu origem ao conceito de ano, estabelecido em função das necessidades da agricultura. Continuar lendo “A verdadeira história do Calendário”