Começou uma cruzada contra os patinetes motorizados. Sendo sucinto, é uma espécie de Uber em que você anda com um patinete que você desbloqueou via aplicativo. O valor do percurso é debitado no seu cartão. Está sendo proibido em várias cidades… por que sim. O prefeito de São Paulo mandou recolher 557 patinetes, alegando que tinha que ter registro junto à prefeitura, além de não poder trafegar na calçada e exigir capacete. No Rio de Janeiro, lei estadual determinou que para conduzir um patinete, a pessoa terá que acessar o site do Detran e se inscrever para fazer um exame (quem tem carteira de motorista está isento). Os políticos estão muito ocupados em taxar as pessoas e mandá-las para fazer exames para usar os patinetes elétricos. Só não se preocuparam que assaltantes estão usando os patinetes.
O problema do patinete, que ninguém deu bola, é que ele é maravilhoso em país civilizado, com largas calçadas ou ruas em que motoristas obedecem as leis. Sem falar que pessoal é tosco e não consegue se equilibrar naquela bagaça (eu incluso, mas nunca fiz questão de usar, de qualquer forma). Isso levou a pesquisadores pesquisarem numa pesquisa que pesquisou a tendência das pessoas se machucarem usando patinetes (mas não os que escrevem termos repetidos para ser engraçadinho).
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Bandagens são uma tecnologia de uso médico conhecida desde os antigos egípcios, que aplicavam tiras de algodão, algumas vezes embebida em betume para imobilização. Elas ajudam a cicatrização ao não expor feridas abertas ao ar, cheio de “humores capazes de fazer espíritos malignos entrarem”, se por “espírito maligno” você entender como bactérias.