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A Biblioteca do Ceticismo.net

Volta e meia me pedem uma relação de livros para ler. Livros que eu tenho e que uso nos meus estudos sobre a Bíblia, Cristianismo Primitivo e religião em geral. Tem até chato que pede foto da minha estante (não perguntem).

Bem, eu gravei um vídeo sobre isso, citando apenas alguns livros e autores. Tem muito mais, mas já dá para vocês começarem. Como fica difícil tomar nota vendo o vídeo, coloquei uma lista aqui no final, com a relação dos autores e seus livros (não todos, mas mais títulos do que eu menciono no vídeo, ou eu teria que gravar um vídeo com uma hora, e eu detesto vídeo com mais de 15 minutos. sendo 10 o ideal).

Divirtam-se:

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

Bruxaria do dia: Pode-se digitalizar livros sem abri-los

Há a expressão que determinada coisa ou pessoa é “um livro aberto”, significando que é facilmente “lido”, isto é, facilmente de se conhecer e antecipar as atitudes. Isso, obviamente, vem do conceito que é preciso abrir um livro para se conhecer o conteúdo lá dentro, e um livro aberto é muito mais fácil de se saber o que tem dentro. O problema é que livros antigos, verdadeiras raridades, não podem ficar expostos ao ar, ou sus páginas irão se deteriorar rápido. Em contrapartida, é um crime ter uma preciosidade dessas e não desvendar os segredos de suas páginas. Pode a Ciência ajudar?

Sim. Ela entrega uma garrafa pro estagiário e diz “segura minha cerveja que eu vou ler este livro sem abrir”.

Sobre André Carvalho

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Fragmento de exemplar do Alcorão talvez seja mais velho que Maomé. Talvez

Em nome de Allah, o Clemente e Misericordioso, hoje, aos 17 dias do mês de Dhul-Qada, perfazendo 1436 anos desde o dia da Hégira, a fuga de Maomé (salallahu alaihi ua salaam) de Meca para Medina, leio sobre o teste de Carbono-14 em um fragmento de um manuscrito do Sagrado Corão. Curiosamente, a datação revelou que a feitura do mesmo seria de antes de Mohammed ter recebido a Revelação do Arcanjo Gabriel e ter recitado as passagens.

Não que eu acredite no relato mitológico islâmico (apesar de achar muito legal, confesso), mas há detalhes que as pessoas parecem não ter dado a devida atenção. Para isso você vem aqui, certo? Para aprender mais (além de escrever bobagens, mas só uns poucos fazem isso).

Sobre André Carvalho

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Aventuras na Era da Invenção que já não inventam mais

Frank Reade weekly magazine era de um tempo pré-Smartphone, quando crianças liam, ao invés de ficar na ânsia de apertar a porcaria dos seus celulares. Viajava-se na imaginação ao invés de ter coisas coloridas explodindo no seus olhos, mas que depois não se absorveu nada, mas criando ligações nas áreas de prazer do cérebro, clamando para serem ativadas de novo.

Com o subtítulo Adventures in the Age of Invention (Aventuras na Era da INvenção), por vezes trazendo Containing stories of adventures on land, sea & in the air (contendo histórias de aventuras na terra, mar e ar), Frank Reade lhe levava a um mundo de aventuras a cada semana. Das profundezas do mar até o resgate em montanhas cobertas de neve, com capas desenhadas por artistas da época que imaginavam as cenas e traziam aos leitores um brevíssimo resumo do que ele poderia encontrar nas páginas a seguir.

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A lógica ilógica dos livros de Matemática

Hoje, chegaram, desenharam um pentagrama no chão, escreveram palavras cabalísticas, sacrificaram uma picanha, com um vinho merlot (prato de pipoca é o cacete!) e chamaram meu nome 3 vezes na frente de um espelho quebrado. Diante da minha glória, perguntaram-me sobre um problema de um livro didático de Matemática. E sim, o livro tinha muitos problemas, mas não o que esperávamos encontrar.

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Chega de bandidos malvados, quero um vilão toddynho

No tosco mundo de Hades, politicamente correto, nada agrada à grande massa da população, criados a leite-com-pêra e ovomaltine. Todo dia alguém reclama de livro, novela, filme, série e do seu Lourival, porque ele varreu a rua com vassoura de cerdas sintéticas e isso ofende o planeta. No mundo governado por pedagogas, as produções televisivas e cinematográficas, obras literárias e peças teatrais não podem mostrar violência. É feio.

A bola da vez é a série Game of Thrones, porque mostrou o estupro de uma das personagens, e a Interwebs está chilicando com isso.

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O estupendo mundo de Arthur Clarke

Arthur Clarke foi um dos marcos da literatura de Ficção Científica. Seu mundo de computadores, alienígenas, foguetes, flutuações quânticas era apenas uma pequena casca do que ele realmente foi. Engenheiro, especialista em radares e o cara que sentou e fez todos os cálculos provando a viabilidade do satélite geoestacionário.

Sua obra literária é vasta e bem conhecida. Graças ao seu argumento, tivemos o primeiro filme de ficção científica bem produzido: o pouso na Lua em 1969, digo, 2001, Uma Odisseia no Espaço, de 1968.

Neste episódio do SciCast, eu e grande elenco conversamos sobre a pessoa, o profissional, o soldado, o técnico, o autor.

Sobre André Carvalho

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Cientistas, gente esperta e o ódio que sofremos

Eu vi a postagem do Cardoso no Meio Bit sobre a série Scorpion. Ok, vá lá ler, depois você volta. Voltou? Ótimo! Não voltou? Como você está lendo isso aqui, então?

Essas séries, a bem da verdade, me incomodam um pouco. Não que eu seja criança e ache que estão retratando a realidade. Não estão, nunca irão. Mas algumas coisas me chamam muito a atenção, e é a forma estereotipada com exagero de certos personagens, e isso não é só esta série. Qualquer série em que disponha de alguém mais… espertinho.

Sobre André Carvalho

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Brevíssima introdução à linguística gerativa (oi Chomsky!)

Desculpem a demora, amiguinhos e amiguinhas, mas, como sabem os que me seguem no twitter, estou atolada de estudos para o mestrado e a monografia. Quem me segue lá já deve ter me visto falando que sou gerativista, ou seja, sigo a corrente linguística do gerativismo, proposta pelo Noam Chomsky em meados da década de 50. O André me perguntou sobre isso esses dias, quando enfiaram o FoxP2 num rato pra ver no que dava. Então, vou falar um pouquinho sobre essa área da linguística.

Sobre Bárbara Rocha

Quero ser linguista quando crescer.

De Volta ao Mundo de Júlio Verne

Eu já fui uma criança um dia. Não pegava gatinhos para sacrificar em honra a Satã (eram lagartos e em homenagem a Dagon). Diferente das crianças de hoje, que leem estas merdas de Percy Jackson, Dive-detergente e outras coisas toscas e mal-escritas. Eu vivi num tempo em que a gente se aventurava, não pelos profiles dos "amiguinhos" no Facebook para xingá-los ou escrevia besteira no Secret. Líamos clássicos como o Médico e o Monstro, O Último dos Moicanos entre outros títulos. Mas, claro, em termos de aventura, poucos se comparam e ele: o Pai da Ficção Científica Moderna: Júlio Verne.

Neste Scicast, eu e grande elenco formado por Carlos Cardoso, Roberto Pena, Eder Santana, Ronaldo Gogoni e Silmar Geremia conversamos sobre a vida e obra do francês que nos rendeu grandes histórias, magníficos personagens e aventuras que perdurarão por muito tempo.

Sobre André Carvalho

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