O milagre colorido da Taça de Licurgo

Havia artistas de mão extraordinária nas oficinas da Roma Antiga. Seus artesãos faziam joias, esculpiam figuras minuciosas e davam ao vidro uma delicadeza que ainda hoje prende o olhar. Algumas dessas peças chegaram até nós e permitem acompanhar, nos detalhes, a paciência e o domínio dos materiais de quem as criou. Uma delas é a Taça de Licurgo.

Guardada no Museu Britânico, as figuras e videiras esculpidas nesta maravilha da tecnologia antiga formam uma trama delicada em torno do recipiente, como uma renda esculpida em vidro. O trabalho já bastaria para admirar seus criadores. Mas a peça tem outra característica que faz seu esplendor mudar conforme a luz. Continuar lendo “O milagre colorido da Taça de Licurgo” →

Cadê o ouro?

Eu fiquei pensando outro deia sobre o ouro. Todo mundo gosta de ouro, e isso não é de agora. O ouro tem sido valorizado pelos humanos desde os tempos pré-históricos. Evidências arqueológicas sugerem que os humanos estavam minerando ouro já em 4000 A.E.C., com alguns dos primeiros artefatos de ouro conhecidos datando da antiga Mesopotâmia. Somando tudo o que foi minerado até hoje, o montante de ouro estaria na casa das 244.000 toneladas métricas, aproximadamente. Com esse montante, poderíamos construir um cubo 23,21 metros de aresta, o que seria quase um prédio de 8 andares.

A grande pergunta que fica: onde está este ouro todo?

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O mistério azul das safiras alemãs

As safiras trazem em seu nome a magnificência de sua beleza. “Safira” vem do árabe “safir”, pedra preciosa, e é exatamente o que ela é. Reconhecidas entre as gemas mais valiosas do mundo, estas belíssimas pedras de cor azul são essencialmente compostas de óxido de alumínio quimicamente alterado – caracterizados por sua coloração azul intensa – conhecido como coríndon; mas se o coríndon tem cor vermelha, é chamado “rubi”. As safiras são frequentemente associadas a rochas vulcânicas em diversas partes do globo, mas alguns pesquisadores resolveram estudar a origem das safiras encontradas na região de Eifel, na Alemanha. Continuar lendo “O mistério azul das safiras alemãs” →