A Verdadeira História da Morte

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!

Manoel Bandeira

Se há uma coisa realmente democrática, essa coisa é a Morte. Ela chega para todos nós, brancos, negros, indígenas, amarelos, inuítes etc. Todo mundo nasce, todo mundo vive um certo tempo, todo mundo morre, e isso é válido para todos os seres vivos. Não por acaso, todas as culturas tiveram e têm sua representação da Morte; entretanto, a mais usual hoje – e que permeia a nossa imaginação – é o Ceifador, usando um manto preto, capuz escondendo o rosto e uma enorme foice, daquelas que é preciso usar duas mãos para se usar. O Ceifador (em inglês, Grim Reaper) tornou-se parte da cultura pop, um ícone reconhecido através o mundo em livros quadrinhos, programas de TV, filmes e jogos como um indefectível símbolo da Morte. Como chegamos nessa figura sinistra, que possui diferentes representações, inclusive fofinhas como a Dona Morte do Maurício de Souza? De onde veio esta figura?

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Liberada a primeira parte do livro

Então chegou o prometido. A primeira parte do livro que estou escrevendo  já foi liberada para os apoiadores. Basicamente, o assunto deste livro será religião, como a origem do Cristianismo e seu primeiro milênio, entre outros assuntos. Como eu tinha prometido, estou liberando os textos aos poucos para aquele pessoal que me deu uma forçam imensa me mandando doações. Achei justo dar um bônus para eles, um presentinho ou agrado. Chamem como preferirem.

Mas e os outros, André?

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