Mão molhada? Robô que sua? Pois é! Ciência é maneira, né?

A todo momento, surgem novas e melhores próteses. Desde aquelas muito maneiríssimas, praticamente lhe transformando num T-800, até aquelas impressas com pRástico, baratinhas e até boas pelo preço que se paga, que normalmente é uma merreca, provavelmente chegando no Brasil custando um braço.

Ainda assim, as próteses têm um pequeno inconveniente: elas esquentam, já que a parte na qual estão presas não permite perder calor sob a forma de transpiração. Daí o que se faz? Isso mesmo! Uma prótese que “sua” (ok, ela não sua, mas vai assim mesmo, já que você vai continuar lendo de qualquer forma. Não vai?)

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Combinação de argila e hidrogel poderá servir de “plastico ecológico”

argila_hidrogel.jpgAdoro definições. Vamos começar com algumas, antes de chegar ao prato principal. Dendrímeros são sistemas nanoscópicos com propriedades biomiméticas de proteínas globulares. Traduzindo para pessoas normais, dendrímeros são polímeros (ou, de uma forma mais leiga, plásticos) de tamanho bem, bem, beeeeeeeeeem reduzido, que podem ter estruturas semelhantes aos das proteínas (que são outros tipos de polímeros). Estes dendrímeros possuem muitas ramificações, mas acabam com uma aparência circular, de bolha, em outras palavras; daí o termo “globular”.

Muito interessante. E daí? Daí que vamos fazer “vai-e-vem” (não é este vai-e-vem, seus pervertidos) para explicar onde quero chegar, pois o tema é interessante e tem a ver com petróleo, plásticos, a mãe (Natureza) e o diabo a quatro.

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