Freud é conhecidíssimo. Virou lugar-comum o bordão “Freud explica…”, e todos já ouviram falar no austríaco esquisitão (deve ser algo na água que faz os austríacos serem meio birutas). Alguns acham que freud é um gênio, outros que nem tanto, que ele foi superado pelos seus discípulos. Só que agora, Michel Onfray, autor do Tratado de Ateologia, chega chutando o pau da barraca e mete os dois pés no peito dos adoradores do velhinho do charuto. Para ele, Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários. Só não chamou de bobo, feio e chato, porque aí era demais (ou não).
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