
Em 1926, quando Erwin Schrödinger escreveu a equação que leva seu nome, ele próprio não sabia dizer ao certo o que raio era aquela função de onda que acabara de inventar no papel, o que é o resumo do trabalho de todos os físicos. Schrödinger passou o resto da vida meio incomodado com a criatura: a matemática funcionava perfeitamente, previa tudo, acertava experimentos, só que ninguém conseguia dizer o que ela representava fisicamente, nem produzir dela algo tão simples quanto uma imagem. Um século depois, um grupo de físicos da Universidade de Göttingen resolveu, enfim, tirar essa entidade fantasmagórica do armário e fotografá-la, em três dimensões, dentro de uma molécula real. Continuar lendo “Fotografando algo infotografável: uma molécula”

Sim, isso mesmo. Não estamos falando da força comum. Vocês sabem, massa vezes aceleração, patati-patatá. É "A" Força mesmo. O poder que emana de todos os seres vivos e mantém o Universo em ordem. Usando os magnânimos poderes do LHC, o pessoal do CERN conseguiu canalizar uma estrondosa energia de 13 TeV (13 teraelétron-volts). Ao estudar a matriz de energia que mantém o universo coeso, sempre estimou-se entender como funcionam as 4 forças fundamentais: Gravidade, Eletromagnetismo, Nuclear Forte e Nuclear Fraca.
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Chegamos na Nova Era com ideias idiotas da Idade Média. Malucos profissionais alijam malucos amadores e tudo caminha pela estrada de tijolos amarelos da insânia, cantando "The hiiiiiiiiiiiiiills are aliiiiiiiiiiiiiiiive… by the sound of musiiiiiiiiiic" (sim, eu sei!)