Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Quantas cores tem o arco-íris?

Estava eu na minha sala hoje, quando dois alunos chegaram e me pediram para intermediar uma aposta (não com essas palavras, óbvio). A  aposta girava em torno de quantas cores há no arco-íris. Um deles estava triunfante que eram sete. Mas a Natureza é mais ardilosa do que eles imaginavam. Infelizmente, o aluno perdeu a aposta, e veremos o motivo em mais um capítulo do Livro dos Por quês.

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A história do mineral que guiou os Vikings

Vikings são um dos povos que mais desperta curiosidade. Desde seus rituais sangrentos durante uma cerimônia fúnebre, segundo o mentiroso Heródoto (o qual pode ter relatado muitas coisas, mas também inventou um monte de besteiras, além de colocar deuses e divindades no meio de acontecimentos que ele sequer presenciou), até o proverbial – e igualmente fantasioso – capacete com chifres, os vikings sempre despertaram mais que a curiosidade, mas até mesmo sensos nacionalistas, chegando ao ponto de servirem de inspiração para Himler, que usou a Siegesrune dupla como símbolo da infame Schutzstaffel, conhecida e temida pela sua sigla: SS.

Como eles estavam já navegando por aí uns 900 anos antes de idiotas resolverem ter a "brilhante" ideia de exterminar a metade do mundo (e muito provavelmente escravizar a outra metade), os vikings não podem ser culpados disso e quase mil anos depois, ainda estamos tentando entender como aquele pessoal se aventurava no mar com um barco que não oferecia grande abrigo, além de suas técnicas de navegação.

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