Policial roda a paulista e invade sala-de-aula. Mas não era para se alfabetizar

No Rio de Janeiro costuma-se dizer que a diferença entre polícia e bandido é a farda. Longe de mim generalizar assim, mas eles bem que dão motivo às vezes. O caso de hoje não aconteceu hoje e sim na quarta-feira, 24/10, onde um PM resolveu que escola pública é a casa da mãe Joana (é, mas ninguém precisa saber disso) para dar esporro nos alunos, defecando e se locomovendo se tinha professor em sala.

Algemados frente ao péssimo serviço de (in)segurança pública, esta é a sua SEXTA INSANA!

Continuar lendo “Policial roda a paulista e invade sala-de-aula. Mas não era para se alfabetizar”

Professora prafrentex radicaliza no Facebook e ganha bilhete azul

As pessoas estão enganadas com o mundo moderno. Muitas pensam compreendê-lo, mas ainda agem nos tempos das máquinas de escrever, cartas e em murais e postes. Não conseguem compreender a Internet como um todo, achando que um mural no Facebook é algo perene, em que a primeira chuva levará o cartaz embora. Escrevem cartas anônimas à caneta tinteiro e esquecem que e-mails tem remetentes, comunidades no Orkut podem ser identificadas, postagens no Twitter podem dar problema. É um erro achar que sua vida lhe pertence e você pode fazer o que quiser. Não pode, e assim que você divulga qualquer coisa, deve estar preparado para a repercussão que aquilo acarretará, que pode não ser nada, mas pode ser uma demissão sumária, como o que aconteceu com uma professora de Ensino Fundamental ao fazer declarações no Facebook para ex-alunos.

Continuar lendo “Professora prafrentex radicaliza no Facebook e ganha bilhete azul”

Defensora de parto residencial morre ao dar à luz em casa. Darwin faz uma marquinha

A Seleção Natural age selecionando naturalmente (são! Nério?). A Natureza não seleciona idiotas, eles mesmos o fazem. Não por acaso surgiu o Darwin Awards, ou Prêmio Darwin, dado àqueles indivíduos que fazem um favor à humanidade retirando-se da competição pela vida e reduzindo a chance de espalhar os seus genes, o que nem sempre acontece a contento).

Caroline Lovell tinha 36 anos e morava em Melbourne, Austrália. Ela era uma ferrenha defensora que as mulheres deveriam regredir aos tempos da Idade Média e parir suas crias em casa com o auxílio de uma parteira. Resultado? Complicações no parto acarretaram em uma parada cardíaca, uma morte sem sentido e uma imagem como a que abre o artigo.

Continuar lendo “Defensora de parto residencial morre ao dar à luz em casa. Darwin faz uma marquinha”