Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Nesta série, procuraremos explicar claramente o que é o que, quais as evidências que sustentam as duas proposições, onde elas se contradizem e como determinar qual é mais verossímel. Tentamos não fazer um artigo enorme, indo para as informações mais importantes, deixando muito do histórico detalhado de lado., em favor da concisão.
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A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.
É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.
Spore é um jogo idealizado pelo mesmo criador do
Classificação de nova espécie descoberta no Reino Unido suscita controvérsia entre especialistas. Nem mesmo os vírus estão livres de adoecer por virose. Um trabalho publicado na semana passada na revista Nature mostra que um vírus gigante conhecido desde 2004 pode contrair infecção causada por um vírus 15 vezes menor que ele. A criaturinha descoberta por cientistas franceses e norte-americanos em uma torre de refrigeração no Reino Unido recebeu o nome de Sputnik.
Um dos sinais de uma teoria científica verdadeiramente revolucionária é o fato de demorar muito para ser aceita pela maioria das pessoas. Foi apenas recentemente que o Vaticano admitiu ter errado na infame condenação a Galileu, em 1633, por sua defesa da teoria de que a Terra gira em torno do Sol. Do mesmo modo, hoje, 150 anos após primeiro serem publicadas, as teorias de Charles Darwin continuam a suscitar hostilidade em muitos países, devido à rejeição por Darwin da idéia de que a vida manifesta um propósito inteligente.
Responda rápido: O que tem bico que nem ave, rabo de castor, olhos de toupeira, pé de pato, veneno nas esporas, anda que nem réptil, é peludo, coloca ovos semelhantes aos do lagarto e é mamífero? A resposta é a foto do rapazinho aí do lado e é uma grande dor de cabeça para os criaburricionistas e defensores do DI (Design Intelijumento). Se bem que há quem ache que caracóis são ótimos exemplos de uma obra de arte de um projetista tão inteligente que cria um animal que defeca na própria cabeça, mas isso é secundário.
Malditos cientistas! Olha só o que arrumaram desta vez: descobriram que morcegos nem sempre tiveram a capacidade de usar seu sonar, porque a sua morfologia (a forma de seu corpo) impedia tal coisa. Tal descoberta foi feita graças ao achado de um fóssil de um morcego primitivo, que por sinal, deve estar fazendo muito criaburricionista se rasgar de raiva.
Todas as pessoas com olhos azuis teriam o mesmo antepassado comum, sugere um estudo realizado por cientistas genéticos da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. Segundo os especialistas, uma mutação ocorrida num gene de apenas uma pessoa há cerca de 10 mil anos teria alterado a produção da melanina – pigmento que dá cor aos olhos, pele e cabelo – na íris.
A análise de fósseis encontrados na Índia lança uma nova hipótese para o surgimento dos cetáceos. Esse grupo de mamíferos marinhos, do qual fazem parte as baleias e os golfinhos, teve como ancestral mais próximo um animal terrestre herbívoro do tamanho aproximado de um quati, que viveu há 48 milhões de anos e passava grande parte de seu tempo na água, provavelmente para fugir de situações de perigo.