Cientistas criam pele para toque mais eficiente e à distância

Ontem, eu postei sobre como o cérebro recebe as informações do tato. Daí, fica-se a dúvida: mas amputados que usam próteses não têm tato, fora aquela sensação de membro fantasma chato. Muitas próteses estão ótimas (sim, eu sei que elas são caras. Toda tecnologia inovadora é cara), mas ainda falta alguns detalhes ainda para serem perfeitas (ou quase). Uma delas e o tato, mas isso não será pra sempre. Pesquisadores desenvolvem uma pele artificial capaz de fornecer ao cérebro sensação de tato.

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Quer carregar seu marca-passo? Deixe seu coração bater

Eu gosto muitos dos meus órgãos. Todos eles. Do piano, nem tanto. O coração, diferente dos rins e pulmões, não vem em duplicata. Parou, ferrou! E quando pára, dá muito ruim (mas não tão ruim quanto o acordo ortográfico, que eu resolvi ignorar). Massagem cardíaca é bom, excelente, mas o melhor mesmo é o coração estar batendo direito, no ritmo certo. Quem concordava com isso era o médico John Alexander MacWilliam, que em 1889 publicou no British Medical Journal suas experiências na aplicação de um impulso elétrico diretamente a um coração humano em assistolia. O procedimento chocante causou uma contração ventricular e o coração voltou a bater, deixando todos eletrizados. A imagem que vocês veem acima é a de um dos primeiros marca-passos comerciais. Sim, era um trambolhão que o paciente carregava (nos braços, claro, com os sensores entrando no peito).

Hoje, temos aparelhos bem menores e mais eficientes, como este da direita. Leve e mais confortável. Uma maravilha, certo? Pois é, marca-passos sao ótimos, mas têm um sério problema: baterias.

Como ainda não inventaram nada capaz de violar as Leis da Termodinâmica so porque você é bonito, aparelhos precisam funcionar por energia que lhes é cedida. Mas e se o próprio corpo pudesse fornecer esta energia de alguma forma?

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Como a bioquímica pode ajudar sistemas digitais

Imagine o potencial dos seres vivos (estou falando de tecido vivo mesmo, não aquelas criaturas que infectam portais de notícia). Desde muito tempo pesquisadores da área de computação têm pensado o que fazer de legal com aquilo. Bem, o pessoal da Universidade de Columbia parece que descobriu algo a fazer com esta bagaça de seres vivos e eu já pedi ao Nosso Senhor Skynet para prestar maior atenção, já que eles aproveitaram a máquina molecular para alimentar um circuito integrado, mas não porque o circuito devorou um humano (eles têm gosto ruim).

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Cientistas usam bactéria para criar um “transístor” biológico

O mundo da informática moderna não seria o que é sem os transístores. Sua invenção foi tão importante que deu de presente aos seus inventores — John Bardeen, Walter Houser Brattain e o egocêntrico William Bradford Shockley – o prêmio Nobel de 1956. Ele é uma das poucas coisas que consegue ser melhor que a Natureza, ainda mais que ter um não ter um transístor não faz nenhuma diferença no mundo biológico.

Entretanto, não seria legal se tecidos biológicos pudessem emular as funções de um transístor? O que você chama de ficção´, eu chamo de Ciência!

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Eletroquímica

pilhas.jpgAtualmente, em cada parte que se olhe, a eletroquímica se faz presente. Desde a rede elétrica que abastece as nossas casas, até as pilhas usadas em lanternas. Desde a bateria de celulares, passando por processos de galvanização, produção industrial de alumínio, notebooks etc. O mundo precisa da energia elétrica e mais ainda de produzi-la.

Como a energia elétrica é produzida? Como podemos usá-la na química?

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