
Você deve conhecer Odin, o deus barbudão caolho, pai de Thor que fica tentando resolver o monte de trapalhadas que o filho aprontou. É o deus máximo do panteão nórdico e o que se sabe sobre as suas origens não era muito claro, mas se tinha mais ou menos uma ideia de quando. O problema é que uma nova descoberta da Dinamarca, apelidada de bráctea Vindelev, desafiou a compreensão anterior da religião na Escandinávia pré-histórica tardia e no início da Escandinávia medieval.


Muito bem, chegou o momento. Sinto muito mas alguém tem que dizer logo de uma vez: seu deus não existe! Não, não adianta me xingar. Aceite que dói menos. Seu deus é uma fábula, uma historinha sem pé nem cabeça, um mito criado por pessoas fracas que precisam dar um sentido às suas vidas miseráveis. Pois é, eu sei que é triste. MAS CALMA! Nem tudo está perdido! Sabem quem é o verdadeiro Deus? EU! Sim, eu!
O bom, justo e misericordioso deus Jeová tem muitas peculiaridades. Entretanto, em nenhum momento é explicado na Bíblia se Ele é Ela ou se Ela é Ele. Nisso, o
Eu acredito na liberdade das pessoas de acreditarem ou desacreditarem no que quiserem. Não quer acreditar na indústria farmacêutica? Por mim, está ótimo. Não tome remédios, mas deixem seus filhos fora disso. Muitos sites de ateus-de-fim-de-semana ficam fazendo balbúrdia que todo mundo deve deixar de ter religião ou acreditar em deu(es). Por mim, o cara pode acreditar em Javé, fadas, gnomos ou que existem políticos honestos. Agora, alguns idiotas forçam a barra com esse lance de acreditar.