Por que as águas dos rios Negro e Solimões não se misturam?

Desde pequenos aprendemos fatos básicos de Geografia. Sabemos que o ponto mais alto do Brasil é o Pico da Neblina, como seus 2.993 metros de altura. Sabemos que ele fica no Amazonas, que também é o maior estado brasileiro, o qual também abriga o maior rio em volume de água do mundo, o Amazonas, o qual alguns dizem ser o maior rio em comprimento, embora a maioria concorde que o mais longo é realmente o Nilo (thanks, Raccoon).

Você sabe, porque frequentou colégio, que o Rio Amazonas só recebe este nome depois do encontro como o Rio Negro e o Rio Solimões. E também já ouviu falar que a água dos dois rios não se misturam. É verdade ou farsa do colégio? Só o Livro dos Porquês para responder!

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A Terra não é plana. A Lua é.

Se você mora numa vasta planície, um campo aberto com montanhas bem longe, é tentador pensar que se vive num mundo chato feito pizza. Mas basta subir alguns metros que, ao longe, nota-se a curvatura da Terra. Ao ver montanhas à grande distância, é inevitável pensar que ali é a borda do mundo e a parede que impede que nós despenquemos para o vazio, como se fosse um imenso parapeito. Os hindus antigos achavam que o mundo era discoide e estava repousado nas costas elefantes apoiados sobre uma imensa tartaruga, lenda aproveitada por Terry Pratchett em seu antológico Discworld (LEIA-O, é uma ordem! Sua vida terá novo significado).

Hoje sabemos que a Terra não tem formato de pizza (ok, alguns ainda acham que sim), mas isso nos traz lembranças do quão pouco sabíamos e éramos a nos apegar ao senso comum. E mesmo hoje, com todo o nosso desenvolvimento científico e tecnológico, a Natureza ainda nos prega peças, como mostrar que a Lua, nosso satélite natural, é tão achatado quando se pensava da Terra de outrora. Com a diferença de termos evidências fotográficas disso.

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