Bichinho de estimação abala corações no concurso de pets

Em novembro do ano passado, o caos tomou conta do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Como se aquele aeroporto que mais parece uma rodoviária já não tivesse problemas suficientes, um casal tentou embarcar num voo internacional da companhia aérea KLM. O casal queria embarcar com um coelho. A empresa disse que não podia, o casal alegou que era animal de suporte emocional, ainda não deixaram, o dono do coelho teve ataque de piti, quebrou tudo, rodou a baiana e foi um deus nos acuda. Sim, o casal era formado por jovens., como você adivinhou? Agora, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) permite que coelhos vão na cabine junto com os adultos infantilizados.

Uma mãe de pet na Filadélfia, EUA, acha que se um animal fofinho (como oncinha pintada, zebrinha listrada e coelhinho peludo) pode ser um animal de suporte emocional, o aligator dela também pode. E conseguiu! Continuar lendo “Bichinho de estimação abala corações no concurso de pets”

Negro que não é negro passou em concurso por causa de cotas que não são só para negros

O sistema de cotas (quaisquer uma delas, seja pra ingresso no Ensino Superior, seja pra concurso público) é algo que políticos adoram, ainda mais porque isso os ajuda a serem eleitos. Já começa pela formação do Congresso, que tentam obrigar que tenha um contingente maior de mulheres, mesmo levando em conta que a maioria dos eleitores são do sexo feminino, e se elas não querem votar nelas mesmas, obrigar por força de lei que tenha um candidato que de outra maneira não seria eleito não é ir contra a vontade da população? Já a cota para negros e pardos para ingresso no Ensino Superior é para "corrigir" uma dívida histórica.. Em 10 anos aplicando o critério de cotas teve tempo suficiente para garantir ensino de qualidade desde a Educação Básica, mas assim como a CPMF, as cotas viraram muleta, em que ninguém se sentiu na necessidade de mudar algo. Veio a lei 12.990, de 9 de junho de 2014, a qual garantiu 20% das vagas dos concursos públicos para negros. Ponto, estamos mudando o país, certo?

Bem, esqueceram que estamos no Brasil, a Terra do Jeitinho. Um cardiologista que passou no concurso do Instituto Nacional do Câncer declarou-se negro. O problema é que ele tem tom de pele claro, que o Ministério Público Federal (por meio de mágica, imagino) está investigando o caso. Temos vários probleminhas aí.

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