Pesquisa mostra o óbvio: não é porque você é vegetariano que isso lhe garante boa saúde

Claro, você ouviu que a alimentação vegetariana é muito melhor, certo? Que alimentação vegetariana não tem problema nenhum. Ok, te enganaram. Satisfeito? Péra, você acreditou? Eu também acreditava que espelhos atraíam raios, coisa que eu parei de acreditar depois das aulas de Ciência no colégio na sexta série.

Uma recente pesquisa demonstrou que alimentação vegetariana não significa alimentação saudável.

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Porcos comendo Cu têm mais energia e carne melhor

Porcos são animais ótimos, criaturinhas fofinhas, meigas e deliciosas. Só um animal alçado à divindade seria capaz de nos dar o nosso amado bacon. Um bichinho querido assim precisa ter alimentação adequada. Se ele se alimenta direito, nossa refeição ganha mais sabor. Uma das teorias vigentes é que porcos que se alimentam com refeições ricas em cobre acabam gerando uma carne mais saborosa, já que o referido metal parece aumentar a capacidade dos porcos de utilizarem gordura após a absorção, resultando em maior utilização de energia de toda a dieta.

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Carne processada pode não ser tão ruim assim (mas pode ser!)

Vegans sempre soltam trocentos “artigos científicos” mostrando os problemas das carnes. O fato que esses artigos não dizem o que eles alegam dizer é secundário, principalmente no tocante ao conceito de carne vermelha, carne processada e carne ultra-processada. Para defender a narrativa, jogam tudo no mesmo balaio, quando outros alimentos ultra-processados não são saudáveis da mesma forma. O problema é que uma recente pesquisa andou revendo o que foi publicado sobre carnes vermelhas e chegaram num veredicto que não se pode ignorar: há falta de evidências que carnes vermelhas in natura e processadas sejam tão perigosas quanto se alegava, e pede uma revisão em larga escala.

Sim, vão dizer que foram financiados pela indústria da morte blábláblá. Já sabemos do lenga-lenga.

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Impeça gaivotas de roubarem a sua comida: fique de olho nelas

E dando voltas pelos caminhos e Nosso Senhor Hades, deparo-me com algo que fatalmente concorrerá ao prêmio IgNobel. Este prêmio premia (Irc! Construção bosta! Mas vai essa, mesmo) pesquisas sérias, porém inusitadas. Inúteis? Talvez, mas nem por isso deixou de seguir rigor científico (diferente de você, Tedson!).

Pense que você está calmamente comendo um lanchinho perto do cais. Aí chega aquele monte de gaivotas, doidas para filar o seu lanche. Você iria fazer o que? Gritar “xê”? Sair de perto? Usar um lança-chamas (o mais divertido até agora)? Nada disso. Segundo uma pesquisa, basta você ficar encarando a gaivota.

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Finja surpresa: Obesos têm maior tendência a gostar de comer

Eu gosto dessas pesquisas que jogam logo uma conclusão óbvia para depois emendar uma pesquisa científica no meio. Não, não estou falando do Brasil; isso acontece em outros lugares. Um exemplo disso é uma pesquisa que obesos têm uma melhor percepção de sabor e encontram maior satisfação na comida que indivíduos com massa normal ou leve sobrepeso. Oh, como eles chegaram nesta conclusão?

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Quando uma planta faz seu lanchinho

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Plantas formam um reino tão interessante quanto o reino animalia. Às vezes, eu acho que plantas são muito mais interessantes, pela sua biologia, seu modo de vida e sua complexa bioquímica. Claro, a fotossíntese seria o que mais chama a atenção das pessoas e eu até copncordo, mas a forma como muitas delas lidam com a falta de matéria-prima para sintetizar sua alimentação também é fascinante. Sim, eu estou falando delas: as plantas carnívoras.

Quando falamos de plantas carnívoras, a primeira que nos vem à mente é a chamada “vênus papa-moscas”, da espécie Dionaea muscipula. Ela captura, aprisiona e digere insetos e pequenos aracnídeos). O vídeo a seguir é um timelapse mostrando um pouco de uma vênus papa-moscas.

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Pesquisa classifica alimentos com base em valor nutricional e impacto no ambiente. Vegans vão chorar

Nos alimentarmos é uma necessidade. O problema é que, não importa o que a gente coma, sempre estaremos causando impacto. O que falta à percepção clara é qual é a relação por índice nutricional e impacto no ambiente. Só que agora, senhores, temos a tecnologia! Pesquisadores construíram um algoritmo para atribuir uma pontuação a alguns dos alimentos ricos em proteínas mais comumente consumidos e classificá-los com base em sua eficiência na entrega da maior parte das proteínas ao menor custo para o Ambiente.

Vai ter vegan reclamando do resultado, mas quem se importa com vegans?

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Pesquisa mostra que esta semana ovo faz bem e mete moral contra diabetes

Sabem a piadinha que numa semana ovo faz bem, autismo tem cura e Alzheimer ainda está na mesma, par na semana seguinte descobrirem novo tratamento pro Alzheimer, autismo pode ter outras causas e ovos fazem mal? Pois é. Tem gente que realmente levou isto a sério, como a pesquisa que apontou que comer ovos no café da manhã ajuda a diabéticos a controlar o seu açúcar.

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Redes sociais moldam alimentação de crianças. Finja surpresa

A programação infantil televisiva praticamente acabou no Brasil. Ou se tem programas para donas-de-casa ou programas evangélicos. Um dos culpados é efetivamente não ter patrocinadores para programas infantis, pois a legislação brasileira proíbe publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos na Constituição, no Código de Defesa do Consumidor, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Resolução 163/2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Se você não pode veicular seus produtos, por que você iria patrocinar um programa a um público-alvo que não é o seu. É tipo no intervalo da novela Aventuras de Jesus, da Record, tiver propaganda do Terreiro de Umbanda Caboclo Feliz. Uma emissora só mantém programação mediante financiamento por patrocinadores e audiência. Se não tiver nenhum dos dois, já era, vai pra vala.

Agora vem o mais engraçado. Esse esforço contra publicidade na TV não está dando muito resultado, já que – SURPRESAAAA!!! – temos outras formas de mídia, essas “outras formas de mídias” (leia-se: redes sociais) estão afetando negativamente na alimentação de crianças.

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Seu filho só come as tranqueiras que você compra ao invés de coisas saudáveis? Culpe o YouTube

Eu sou um cara das antigas. Algumas modernidades são alienígenas para mim. Não, sério, eu não consigo entender certas coisas. O conceito de pais e filhos de hoje é muito diferente do que eu tenho para mim. Eu sou daqueles que acham que os responsáveis pela educação de uma criança são seus responsáveis legais, sendo na maioria das vezes o pai e a mãe (mas não exclusivamente). Pelo visto, eu estou errado. Agora, a reponsabilidade sobre a criação de nossos filhos deve recair nos canais do YouTube.

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