Tenha seu próprio espectrômetro

Os romanos e gregos já sabiam das propriedades da luz em se dividir em várias "cores". Eles já sabiam que a luz branca era a soma de várias emissões luminosas, enquanto um pessoal tosco jogado lá pelo deserto palestino achava que isso era algum presente divino, aliança ou alguma bobagem neste sentido.infelizmente, os antigos estavam limitados às tecnologias de suas épocas.

Joseph von Fraunhofer estudou mais detidamente o espectro luminoso. Newton fez um bom trabalho (e Huyggens também, meu caro Neil deGrasse Tyson. Não fique bajulando Newton apenas, ok?). Com ele, Fraunhofer descortinou um novo mundo.

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Quantas cores tem o arco-íris?

Estava eu na minha sala hoje, quando dois alunos chegaram e me pediram para intermediar uma aposta (não com essas palavras, óbvio). A  aposta girava em torno de quantas cores há no arco-íris. Um deles estava triunfante que eram sete. Mas a Natureza é mais ardilosa do que eles imaginavam. Infelizmente, o aluno perdeu a aposta, e veremos o motivo em mais um capítulo do Livro dos Por quês.

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Uma controvérsia luminosa

Por Adilson de Oliveira
Departamento de Física – UFSCar

A compreensão que temos do mundo a nossa volta é predominantemente dominada pelo contato sensorial. Tudo o que percebemos por meio dos nossos sentidos influencia o nosso entendimento da realidade. Um simples passeio por um local agradável, como uma praia ensolarada ou um bosque iluminado, faz com que recebamos uma infinidade de sensações, que levam o nosso cérebro a fazer as mais diversas interpretações.

Para alguns, as experiências descritas acima podem estimular paz e tranquilidade. Para outros, podem trazer lembranças há muito tempo guardadas, como aquele passeio feito na infância, que, mesmo distante atualmente, se torna tão presente por alguns segundos. Continuar lendo “Uma controvérsia luminosa”