Cientistas criam robô dodói

Eu gosto de compartilhar notícias de avanços científicos e tecnológicos. Mas alguns abusam da paciência da gente. Não apenas isso, os jornais correm para noticiar isso, e já que quanto mais apelativa for a matéria, maiores as chances de divulgação, pesquisadores forçam a mão, o que leva a jornaleiros forçarem a mão, e sempre com resultados positivos, pois sempre terá um mané divulgando.

Por exemplo, saiu esta semana que alguns cientistas japoneses criaram um robô capaz de sentir dor, daí alguns já pensaram em androides, revolução das máquinas, humanização de robôs blábláblá. Só que não é bem assim.

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Lingodroids: A Era dos Robôs Fofoqueiros

Uma das melhores sequências do Exterminador do Futuro 2 é quando um John Connor meio grandinho para quem tem 10 anos tem um, digamos, debate ético com o Schwarza sobre não matar pessoas, em que a máquina dos infernos fica com aquela expressão inexpressiva (mas hein?) perguntando "Why?". Acima dos problemas filosóficos envolvidos, há o problema da linguagem, em que a máquina possui problemas na compreensão da linguagem humana. Isso, não obstante, não é só um problema da relação homem-máquina, mas no modo que máquinas se comunicam entre si.

Você deve estar imaginando porque a sua TV deveria  conversar com seu reprodutor de Blu-Ray (apesar que o meu não se reproduz. Devem tê-lo castrado na loja. Raios!), mas a questão seria em termos de máquinas robóticas, que atualmente nada mais são que meros "paus-mandados" que fazem (ou deveriam fazer) o que se programara previamente. Assim, quando você chega perto daqueles robozinhos meigos que sussurram de noite "morte aos humanos, morte aos humanos", pode ter certeza que ele não está planejando um levante com outros robozinhos assassinos.

Pelo menos, não era assim antes da chegada dos lingodroids…

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