Religiosos fanáticos têm um sério problema. Acham que só porque eles são surtados, covardes e medrosos, todo mundo é como eles. Daí, fazem ameaças vazias das que ELES têm medo, mas não os que não creem em suas baboseiras.
Me ameaçar com Inferno, ira divina ou que Jesus vem aqui me pegar de porrada não surte efeito nenhum, lamento. No máximo, serve de escárnio. Então, sigam estas dicas. Continuar lendo “Como NÃO ameaçar um descrente”

Eu fiz um video em que perguntei a utilidade das chamadas “Ciências” Humanas. Bom, ninguém deu uma resposta objetiva (se bem que se fossem pessoas objetivas, teriam feito Exatas). Três pesquisadores resolveram testar esse lance que paper de Humanas aceita qualquer lixo. Daí, criaram artigos falsos e totalmente sem o menor sentido. Os resultados apenas comprovam o que todos sabíamos.
O que não falta é gente que diz que era doente, um bêbado e vivia drogado, mas hoje está curado, pois encontrou Jesus, encontrou Jesus, encontrou Jesus. São vários relatos, mas nenhum corroborado. Incrível isso, mas o mais incrível é que o Deus do Impossível é impossibilitado de curar amputados.
Você já deve ter ouvido falar na chamada Experiência de Quase Morte. O sujeito morre e é ressuscitado. Neste meio tempo ele passa por um túnel, vê coisas coloridinhas, ouve The Righteous Brothers cantando, chega o Patrick Swayze sem camisa e te abraça por trás… Depois volta avoado pro corpo. relata luzinhas coloridinhas e gente do passado, parentes já mortos etc. Uma experiência real, certo?
Deus é um menininho coitadinho, indefeso e fraquinho. Este serzinho inútil, tosco e desprezível é tão ridículo que é incapaz de tomar uma decisão quando falam mal dele. Ele corre para a barra da saia de quem o inventou e, com isso, seus fiéis seguidores tomam à frente para defendê-lo. Sem essa galerinha da pesada, Deus jamais teria condições de se defender e falar por si mesmo. Aquele do Velho Testamento é muito melhor, mas a realidade nunca é como nos livros de ficção.
Rio de Janeiro publicou uma lei impedindo a distribuição de canudos plásticos em restaurantes, bares e lanchonetes. Copos de plástico, sim. canudos, com um quarto da quantidade de plástico em relação a copos, não.
O Brasil tem um fenômeno interessante: Até mesmo cientistas odeiam ciência. Eles detestam divulgar seus trabalhos para a população, fazem-no de má vontade, num pedestal, numa torre de marfim. Reclamam quando lhes cortam a verba, mas não conseguem angariar simpatia da população, já que ficam bem longe dela, muitas vezes so fazendo divulgação para outros pesquisadores na base do “Olha como sou o máximo!”.
Há um certo preconceito contra as chamadas “ciências humanas” e seus serguidores, também chamados “Humans of Humanas”. Eu não acho certo isso! Tanto é que eu vivo em busca de saber para que servem as áreas de Humanas. Tendo lido muito, estudado muito e observado, qual um zoólogo observando uma nova espécie de animal, eu cheguei a profundas conclusões que me permitem dizer que entendi perfeitamente para que servem esse grupo de seres vivos.
Você estuda, se esforça, trabalha, rala pra danar e, quando chega aonde deseja, bate uma insegurança, como se nada daquilo fosse seu mérito. Você se recusa a aceitar que você é realmente merecedor daquilo, que não passa de um enganador, de um tolo, um mentiroso e… um impostor! Não se preocupe, isso é uma condição psicológica e você pode se livrar dela.
O Museu Nacional foi destruído. Mal sobraram as paredes e umas pouquíssimas coleções. Tudo perdido. Tudo virou cinzas. Tudo virou lágrimas e desespero. A incompetência generalizada deste país fez com que 200 anos de Museu e bilhões de anos de história se perdessem. Começou o empurra-empurra de responsabilidades, quando, no final, ficará por isso mesmo.