A cadeira robótica FX-1 foi desenvolvida pelo Hubo Lab do KAIST (Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coréia do Sul), os mesmos criadores do Alex Hubo, aquele clone robótico de Albert Einstein.
Esta cadeira é controlada por um joystick em um dos braços, e consegue levar uma pessoa de até 100 kg. Continuar lendo “Cadeira Robótica FX-1 da Hubo Lab”

Dexter se adapta a diferentes ambientes e tarefas, como fazem os humanos. Após tentativas frustradas, robô modifica seus movimentos para conseguir andar.
Um robô que se adapta à água e à terra oferece aos cientistas uma oportunidade de duas vias, em que a biologia ajuda a tecnologia e vice-versa. Além de contribuir para mostrar aos pesquisadores como os animais vertebrados se locomovem, essa máquina que imita características da natureza pode atuar futuramente em cenários de risco, como no resgate de pessoas em enchentes. O autômato desenvolvido na Suíça pesa cerca de três quilos e mede 85 centímetros.
Uma viagem às profundezas geladas da Antártida revelou uma rica vida marinha e características geológicas que podem dar informações sobre o passado e o futuro da região. Isis, o primeiro veículo britânico por controle remoto para a exploração das profundezas, registrou imagens e recolheu dados do leito do mar, submergindo 3,5 quilômetros, na Baía de Marguerite, no oeste da Península da Antártida.
Pelo segundo ano, a revista
Observando a evolução de 500 gerações de 100 populações, cientistas da Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça, conseguiram estabelecer algumas hipóteses sobre como e por quê a comunicação evoluiu entre os seres vivos, e como a capacidade de trocar informação pode levar a estratégias para cooperar e enganar. A análise, no entanto, não envolveu formas de vida reais, e sim robôs.
Um dos principais desafios no desenvolvimento de robôs em microescala reside na miniaturização de sua fonte de energia e de sua propulsão. Agora, pesquisadores norte-americanos descobriram uma solução para esse problema, aproveitando-se do movimento natural de uma bactéria para mover micro-objetos através da água.
O governo de Cingapura lançou um concurso que premiará o primeiro grupo a conseguir desenvolver um robô capaz de operar de forma autônoma num ambiente urbano durante uma guerra, entrando e saindo de prédios para procurar e destruir alvos, exatamente como faz um soldado humano.
Os avanços da robótica também estão ao alcance dos universitários. Um grupo de cinco formandos brasileiros criou um robô controlado à distância, voltado para o entretenimento, capaz de reproduzir falas e expressar emoções por meio das cores dos olhos — vermelho representa raiva, enquanto verde expressa felicidade e laranja, tristeza.
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