Celular em hospital pode matar

sickcellkid.gifUsar o telefone celular próximo ao leito ou equipamentos de hospitais poderia desligar exaustores ou causar mau funcionamento de marca-passos, afirmou um estudo holandês divulgado nesta semana.

Pesquisadores da Universidade de Amsterdã registraram cerca de 50 incidentes resultantes da interferência eletrônica pelo uso de celulares em hospitais. Cerca de 75% deles foram classificados como significativamente perigosos. Continuar lendo “Celular em hospital pode matar”

Arma definitiva contra as infecções hospitalares

paeruginosa.gifUma inovadora técnica criada para aderir antibióticos a instrumentos cirúrgicos e implantes poderá salvar dezenas de milhares de pessoas todo ano.

Pesquisadores da Universidade Southern Mississippi dos EUA descobriram uma maneira inovadora de inserir uma camada finíssima de penicilina a instrumentos cirúrgicos e implantes que seriam inseridos no corpo de pacientes. Quando a inovação tornar-se comercial poderá ajudar a salvar 90 mil pessoas apenas nos EUA todo ano. Continuar lendo “Arma definitiva contra as infecções hospitalares”

Pereirina: O primeiro alcalóide extraído no Brasil

A pereirina é um alcalóide encontrado na casca do pau-pereira (Geissospermum vellosii), árvore da família das apocináceas. A substância, usada durante muito tempo como medicamento contra febres (inclusive as provocadas pela malária), foi isolada pela primeira vez em 1838, no Rio de Janeiro, por um farmacêutico brasileiro. O isolamento desse alcalóide, reivindicado também por pesquisadores de outros países, mostra que na primeira metade do século 19 já se faziam estudos químicos de produtos naturais no país. Continuar lendo “Pereirina: O primeiro alcalóide extraído no Brasil”

Colisão de asteróides selou destino de dinossauros

O destino dos dinossauros foi selado há cerca de 160 milhões de anos, antes mesmo do surgimento de muitas das espécies que reinaram sobre o planeta. O choque entre dois grandes asteróides ocorrido nessa época é a provável origem do objeto que caiu na Terra cem milhões de anos depois, motivando o episódio de extinção em massa que dizimou inúmeras espécies de plantas e animais. A descoberta foi feita por geólogos que usaram simulações de computador para reconstituir a origem de uma família de asteróides do Sistema Solar. Continuar lendo “Colisão de asteróides selou destino de dinossauros”

Túnica de São Francisco é falsa, diz estudo

sao_francisco_assis.jpgAnálise de datação mostrou que artefato não é da mesma época que o santo. Outras peças foram confirmadas como contemporâneas do homem. Um teste de carbono-14 colocou em dúvida a autenticidade de uma das quatro túnicas mantidas em igrejas italianas como relíquias de São Francisco de Assis, embora esteja comprovada a legitimidade de outra túnica, um cinto e uma almofada. Continuar lendo “Túnica de São Francisco é falsa, diz estudo”

Cientistas criam fórmula para roupa de “homem-aranha”

Cientistas italianos estão realizando pesquisas para chegar a uma roupa de “homem-aranha”, que possibilite àqueles que a usam escalar paredes como o super-herói do cinema. Os estudiosos estão analisando o funcionamento da “tecnologia natural” existente em aranhas e lagartixas, que possuem minúsculas estruturas semelhantes a pêlos que as permitem se aderir a vários tipos de superfície. Continuar lendo “Cientistas criam fórmula para roupa de “homem-aranha””

Medo: Quando o cérebro decide que é hora de fugir

William James, filósofo do final do século 19 e começo do século 20, uma vez disse que as pessoas não temem um urso quando o vêem, mas quando saem correndo dele.

Cem anos depois, um novo estudo de imageamento do cérebro prova que James poderia estar certo. Usando um jogo de vídeo game similar ao Pac-Man e imagens de ressonância magnética funcional (fMRI), os cientistas demonstraram que quando um estímulo provocador de medo (como um urso, por exemplo) é detectado à distância, o cérebro humano liga um circuito que analisa o nível de ameaça e maneiras de evitar o animal ou o perigo. Se o urso se aproximar – aumentando a ameaça –, outras regiões do cérebro, mais reativas, entram em ação, desencadeando uma resposta imediata de proteção, seja lutar, fugir ou ficar paralisado. Continuar lendo “Medo: Quando o cérebro decide que é hora de fugir”

Vulcões podem explicar oxigênio na atmosfera

Os indícios mais antigos da existência de oxigênio na atmosfera da Terra remontam a cerca de 2,5 bilhões de anos atrás. No entanto, há evidências de que as cianobactérias – os primeiros seres vivos a produzirem esse gás por meio da fotossíntese – existem há pelo menos 2,7 bilhões de anos. Por que então o oxigênio não apareceu antes na atmosfera? Uma dupla de pesquisadores propõe agora que uma mudança no tipo de vulcões que predominavam no planeta pode explicar esse mistério.

O geólogo Lee Kump, da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), ficou intrigado com um novo cálculo da data em que os níveis de oxigênio aumentaram na atmosfera. Essa estimativa pode ser feita a partir da medição da proporção de isótopos de enxofre preservados em rochas sedimentares. Kump constatou que as novas estimativas, obtidas recentemente por outros pesquisadores, coincidiam com a data de um importante evento da história geológica da Terra. Continuar lendo “Vulcões podem explicar oxigênio na atmosfera”

Cientistas criam “supermouse” em laboratório

Lembra do supermouse, aquele ratinho superforte dos desenhos animados (a imagem ao lado, pô)? Pois ele acaba de se tornar realidade. Calma, ele ainda não fala, nem luta contra o mal. Mas cientistas conseguiram criar em laboratório um “supercamundongo”, quatro vezes mais musculoso que um roedor comum. O processo, no futuro, pode ser usado para engordar gado e em pessoas com distrofia muscular. Continuar lendo “Cientistas criam “supermouse” em laboratório”

SciVee: o YouTube dos cientistas

O SciVee marca o que pode ser considerado uma revolução meio acadêmico. Basicamente, ele é uma espécie de “YouTube” voltado à Ciência. Cientistas poderão utilizá-lo para fazer upload de seus papers. Papers, segundo a ABNT são um pequenos artigos científicos, elaborados sobre determinado tema ou resultados de um projeto de pesquisa para comunicações em congressos e reuniões científicas, sujeitos à sua aceitação por julgamento (o chamado “refereeing”). Continuar lendo “SciVee: o YouTube dos cientistas”