Estimativas da quantidade de petróleo que temos extraído do planeta variam largamente. Agora, pesquisadores britânicos publicaram uma nova estimativa no International Journal of Oil, Gas and Coal Technology, que sugere que pode ter utilizado mais do que pensamos.
A ideia de que estamos esgotando o petróleo não é novo, mas nós sabemos o quanto ainda temos de petróleo extraído do petróleo desde os primeiros poços comerciais foram fundados em meados do século XIX? Em 2008, os químicos Istvan Lakatos e Julianna Lakatos-Szabo o da Academia Húngara de Ciências teorizam que menos de 100 bilhões de toneladas de petróleo bruto foi produzido desde 1850 e que a taxa média de produção anual é inferior a 700 milhões de barris por ano. Continuar lendo “Quanto petróleo ainda temos?”

Atenção, Sr. Sulu. Preparar phasers. Armar torpedos fotônicos. Direção do alvo zero-cinco-oito marco 7; distância: alguns milhares de quilômetros. FIRE!!
Alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) sagraram-se campeões da SAE Aero Design East Competition, prova internacional de aerodesign disputada na Geórgia, nos Estados Unidos.
Cientistas americanos conseguiram criar uma nova versão de uma espécie de “capa de invisibilidade”, que torna objetos tridimensionais invisíveis sob luz infra-vermelha. O manto criado pela equipe, do formato de um lenço com vários buracos, foi capaz de cobrir um objeto dando a impressão visual de que não estaria cobrindo objeto algum.
Uma antiga proteína que remonta 80 milhões de anos, mais especificamente no período Cretáceo, foi preservada nos fragmentos ósseos e tecidos moles de um hadrossauro, de acordo com um estudo publicado na revista Science. Quando se fala em fragmentos ósseos e tecidos moles, significa que pedaços de pele e músculos foram também fossilizados junto com os ossos. Não significa, entretanto, que tais peças de tecido estavam moles, em termos de dureza, mas ambos rigidamente fossilizados.
Estudos que envolveram cientistas de 30 instituições de pesquisa nos Estados Unidos acabam de dar uma importante contribuição ao conhecimento sobre o autismo, desordem que afeta a capacidade de comunicação e de estabelecer relacionamentos, ao identificar fatores genéticos que afetam o risco de manifestação do problema.
Alguém se perdeu no fuso horário. Adiantaram o início do fim-de-semana, já que apareceu mais uma notícia insana. De repente, é por causa do feriado, ou então é porque a loucura no mundo anda desmedidamente à solta. Na minha querida Irlanda, veio uma notícia pra lá de tosca: Estão para aprovar uma lei anti-blasfêmia.
Um grupo de cientistas do Scripps Research Institute criou o equivalente microscópico das Ilhas Galápagos, um ecossistema artificial dentro de um tubo de ensaio onde moléculas evoluem para explorar diferentes nichos ecológicos, semelhante aos famosos tentilhões de Darwin, descritos em “A Origem das Espécies”, 150 anos atrás.
Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.
Gentile Signora, Gentile Signore. Tem blogueiro que acaba se especializando em um determinado país ou sociedade. O