O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos”

Em 9 de novembro de 2024, o mundo marcará o 90º aniversário de Carl Sagan – mas infelizmente sem Sagan, que morreu em 1996 aos 62 anos.

A maioria das pessoas se lembra dele como o co-criador e apresentador da série de televisão “Cosmos” de 1980, assistida no mundo todo por centenas de milhões de pessoas. Outros leram “Contato”, seu romance de ficção científica best-seller, ou “Os Dragões do Éden”, seu livro de não ficção vencedor do Prêmio Pulitzer. Milhões de outros o viram popularizar a Astronomia no “The Tonight Show”. Continuar lendo “O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos”” →

O planeta que te deixa sem chão

Eu gosto de alguns conceitos são totalmente estranhos para nós. Por exemplo, você fica em pé aqui na Terra, anda de um lado para o outro, pega carro, ônibus e metrô. Legal, né? Você jamais poderia fazer isso em Júpiter, pois o Planetão Gigantão não tem chão. Não, nenhuma superfície. Não há nada para andar e nenhum lugar para pousar uma nave espacial.

Mas como pode ser isso? Se Júpiter não tem superfície, o que ele tem? Como pode se manter unido? Pode parecer absurdo, mas é isso mesmo. É um dos conceitos que mais vai de encontro ao nosso senso comum: Júpiter é um mundo sem superfície, o que é realmente difícil de entender. Continuar lendo “O planeta que te deixa sem chão” →

Cidades, humanidade e “trapaça”

Em 2015, o Wait But Why veio com uma informação surpreendente (mas não menos acertada): toda a população do planeta caberia na cidade de Nova York. É um artigo fascinante. Ele conclui que se tirássemos todo o espaço vazio no interior atômico, todos os átomos da população do planeta caberiam num M&M, que teria massa igual a 450 milhões de toneladas.

Mas aí eu fiquei penando. Caberiam no Rio de Janeiro? Vamos fazer as contas.

Continuar lendo “Cidades, humanidade e “trapaça”” →

El Hierro: O Encanto Secreto das Canárias

O arquipélago das Canárias está localizado no Oceano Atlântico, sendo uma comunidade autônoma da Espanha. Historicamente, o arquipélago forma um ponto de referência para navegadores e comerciantes, sendo conhecidas como as “Ilhas Afortunadas” na Antiguidade. Composta por sete ilhas principais: Tenerife, Gran Canaria, Lanzarote, Fuerteventura, La Palma, La Gomera e El Hierro, estea última ilha é a menor e mais desconhecida das ilhas Canárias; é um verdadeiro refúgio de encantos naturais e mistérios históricos. Continuar lendo “El Hierro: O Encanto Secreto das Canárias” →

Deixe o garoto maravilhoso te fazer feliz

Americanos parecem ter alguma tara por frente gramada de casa de subúrbio (subúrbio lá tem outra conotação que aqui). Aquele lindo tapete verde maravilhoso que deve ser um saco porque – não sei se vocês sabem – grama tem o péssimo hábito de crescer e dali a pouco vira um matagal. Por mim, colocava grama sintética, mas ao que me contaram, há legislações de associações de moradores em que você precisa seguir a conformidade e ter aquela bosta de gramado na frente, para dor de cabeça do dono e felicidade para quem ganha dinheiro cortando aquela bagaça.

Isso até que um disco voador veio para nos ajudar. Continuar lendo “Deixe o garoto maravilhoso te fazer feliz” →

Lunar Trailblazer: desvendando o mistério da água na Lua

Água é muito importante, mas não só para se ter vida; ela ajuda a entender a formação do próprio Sistema Solar. Tomemos como exemplo a Lua; sim, a Lua! A Lua seria um lugar legal para achar água. Ela parece ser um pedregulhão estéril, quase hostil à vida como a conhecemos (ok, é isso, mesmo que ela é); no entanto, a água presente em Jaci pode nos dar muitas respostas para perguntas. Como? Sim, isso, mesmo! Tem água lá.

Então, quem poderá nos ajudar com isso? Bem, ano que vem a missão Lunar Trailblazer da NASA começará a orbitar a Lua para revelar toda a história por trás da água que tem no nosso satélite natural. Continuar lendo “Lunar Trailblazer: desvendando o mistério da água na Lua” →

Google sendo Google em suas práticas anticompetitivas. E ainda é caloteiro

Shadowban é um dos piores castigos que alguém pode receber na Internet. Este termo é usado para descrever uma prática em que alguém é parcialmente bloqueado ou restrito sem ser notificado e/ou aparecer nos mecanismos de busca. Você passa a simplesmente não existir, e isso não é uma falha, ele tem como objetivo limitar o alcance de conteúdo considerado indesejado sem alertar diretamente o usuário afetado. Se isso para uma pessoa comum já é ruim, imagine para uma empresa.

Foi o que aconteceu com a Foundem. Continuar lendo “Google sendo Google em suas práticas anticompetitivas. E ainda é caloteiro” →

Artigos da Semana 228

Hoje teve diz de votação para certos municípios. onde moro, o parasita teve a boa vontade de ganhar logo no primeiro turno, assim eu não preciso gastar mais R$3,50 com multa por não ir ter o desprazer de enfrentar fila.

Prefiro ver o que foi postado durante a semana. Sim, postei pouco. Mal aê

Continuar lendo “Artigos da Semana 228” →

O poder atômico num relógio

Contar o tempo é uma necessidade desde o antes da Antiguidade. Quando mais preciso o conhecimento de saber o tempo, melhor, embora a precisão era usar um calendário, e os relógios foram criados para contar o tempo em intervalos mais curtos que 40 dias. Sempre era necessário formas de contar o tempo com maior precisão.

Os relógios atômicos são a prova de que a busca pela precisão nunca para. Desde que a humanidade começou a medir o tempo, passamos de rudimentares relógios solares para sistemas incrivelmente avançados. Em 1949, essa jornada deu um salto gigantesco quando Harold Lyons, do National Bureau of Standards, apresentou o primeiro relógio atômico. Continuar lendo “O poder atômico num relógio” →

O Coliseu: um monumento de grandeza e História

Você é um romano entediado. Por que não se divertir um pouco se dirigindo a um anfiteatro para ter um momento de lazer enquanto batalhas, lutas, guerras e jogos são apresentados para o deleite? Ao chegar perto, você o vê: o Anfiteatro Flaviano, erguendo-se majestoso. Construído entre 70 e 80 E.C. sob os imperadores Vespasiano e Tito, este colossal anfiteatro foi palco de espetáculos grandiosos, desde combates de gladiadores até batalhas navais simuladas. Com capacidade para até 80.000 espectadores, o estupendo anfiteatro ficou conhecido pelo seu apelido, que bem retrata a sua opulência: o Coliseu, o coração pulsante do entretenimento romano, refletindo o poder e a engenhosidade do Império Romano. Continuar lendo “O Coliseu: um monumento de grandeza e História” →