
A contagem regressiva já está de vento em popa. Logo logo estarei de férias e me divertindo muito. Deu preguiça de escrever mais. Fiquem com os artigos da semana!

A contagem regressiva já está de vento em popa. Logo logo estarei de férias e me divertindo muito. Deu preguiça de escrever mais. Fiquem com os artigos da semana!

Vi uma postagem do Elão Musque hoje de manhã que me fez fazer algo que eu mesmo não gosto: uma thread, na qual eu saí falando coisas e… bem, olhe para a imagem de abertura. É uma postagem estilo rant, mas se não esteve bem coeso e pareceu pular de um assunto pro outro, reitero que não é assim, mas como em blogs podemos ordenar melhor os pensamentos (além de terem me pedido por isso), aqui vai um texto.

Há um lugar onde a natureza sussurra segredos antigos e o tempo se dissolve em pura magia. Este é o estado norte-americano do Oregon, um reino encantado onde cada paisagem é uma obra-prima esculpida pela mão invisível do universo. O Oregon é apelidado de “The Beaver State”, embora isso não tenha sido oficializado pela legislatura do Oregon, mas com certeza o castor é o animal oficial do estado, aparecendo inclusive na sua bandeira. O apelido surgiu no início do século XIX, quando chapéus de pele estavam na moda e os riachos do Oregon eram uma fonte importante de peles de castor.
Continuar lendo “Oregon: o eterno balé entre a Terra e o Céu”
Amarrei uma toalha vermelha nas minhas costas

Eu tinha cinco ou seis anos. Estava na escola. Toda terça-feira (ou quinta ou sexta ou sei lá que dia da semana), tinha aula de desenho livre. A professora entregava uma folha de papel e você podia desenhar o que quisesse. As outras crianças desenharam flores, casinhas, carros. Eu desenhei ele, ele estava em ato de abnegação. Ele não demonstrava medo. Ele ia em frente ao seu destino para salvar a Humanidade, mesmo sabendo que isso poderia lhe custar a vida.
Eu desenhei o Super-Homem enfrentando um monstro.
Continuar lendo “Analisando séries e filmes de super-heróis XXXIV”

Há um lugar onde a terra murmura canções antigas e o céu dança em um balé de cores e luz. Um lugar que forma um cenário mágico onde o Mar Cantábrico se lança contra falésias dramáticas, enquanto a Cordilheira Cantábrica se ergue como uma muralha de sonhos. Aqui, os Picos da Europa se destacam como catedrais naturais, suas torres de rocha e neve tocando as nuvens e convidando os viajantes a explorar seus segredos
Bem-vindo às Astúrias, um recanto encantado no norte da Espanha, onde cada pedra, cada folha e cada onda contam histórias de um tempo esquecido. Continuar lendo “Astúrias: O Encanto Eterno da Espanha”

Eu particularmente detesto fogos de artifício. Sempre detestei. Sim, o barulho, exatamente por isso. O show de luzes pode até ser maneiro, mas o barulho… Muitos lugares estão proibindo fogos de artifício, ainda mais por causa dos animais silvestres e de estimação. Não que eu tenha qualquer esperança disso acontecer no Brasil, e mesmo que aconteça… bem, tráfico de drogas e corrupção também são proibidos. Por isso adoro os shows de luzes feitos por drones. Continuar lendo “Papai Noel voando de drone pelo céu”

O sociólogo italiano Domenico De Masi escreveu um livro chamado “O Ócio Criativo”. Em linhas gerais, a vida seria dividida em três elementos: trabalho, estudo e jogo. Ao se equilibrar estes três, se tem um ócio criativo e o trabalho da pessoa é mais produtivo. Claro, o livro é daqueles cheios de lugares-comuns e que não levam a nada mais que a frase que eu descrevi. O problema é que parece que leram esta baboseira por alto, não entenderam e acharam que a ociosidade deixa a pessoa criativa. Ainda mais em geradores de texto via IA como é o caso do Chato do GePeTo.
Continuar lendo “IA vai tirar o emprego de pedagogos (promete?)”

A revisão por pares é uma característica central do trabalho acadêmico. É o processo pelo qual a pesquisa acaba sendo publicada em um periódico acadêmico: especialistas independentes examinam o trabalho de outro pesquisador para recomendar se ele deve ser aceito por uma editora e se e como deve ser melhorado.
A revisão por pares é frequentemente assumida como garantia de qualidade, mas nem sempre funciona bem na prática. Cada acadêmico tem suas próprias histórias de horror de revisão por pares, variando de atrasos de anos a múltiplas rodadas tediosas de revisões. O ciclo continua até que o artigo seja aceito em algum lugar ou até que o autor desista. Continuar lendo “O sistema de revisão por pares já não funciona para garantir o rigor acadêmico”

O mundo foi forjado por químicos (com eles a oração e a paz). Tudo é Química e apenas nós, químicos, temos o PODER de controlar tudo. Físicos são ótimos para fazer continha (“não é bem assim” – Matemáticos), mas só químicos são… bem, químicos, e isso é bastante a ser dito. Somos capazes de muitas proezas, até mesmo de fazer o menor macarrão do mundo!
Nanofibras feitas de amido são produzidas pela maioria das plantas verdes para armazenar o excesso de glicose. Estas estruturas são promissoras e podem ser usadas em bandagens para auxiliar na cicatrização de feridas, podem ser usadas como “andaimes” para regeneração óssea e para administração de medicamentos. No entanto, elas dependem do amido sendo extraído de células vegetais e purificado, um processo que requer muita energia e água. Quem se não químicos poderiam fazer tal maravilha? Continuar lendo “Os incríveis nanoscópicos macarrões”

Agora, tudo é IA. Tem que gente que até IA passar a trabalhar, mas não vai mais. Algumas IA são ótimas, tão ótimas que até fazem piadas melhores que essa bosta que eu acabei de escrever e deverIA tomar vergonha na cara. Tem IA para todos os gostos, geradores de texto, imagens, códigos de programação, conselhos espirituais etc.
Péra, conselhos espirituais? Sim, there’s na AI for that.
Usando a IA para ter péssimos conselhos sem ter que ser bolinado na sacristia, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “CyberJesus 2.0 com IA e catupiry vai ouvir seus pecados”