O que move legiões de cientistas a trabalhar numa empreitada de pesquisa baseada em especulação? Enquanto a comunidade de psicólogos cognitivos se divide entre times que trabalham para tentar provar diferentes teorias da consciência, centenas de físicos dedicam suas vidas a uma teoria (ainda) insondável, segundo a qual os componentes fundamentais da matéria e da energia não são partículas mas sim pequenas cordas vibrando.
É à especulação, afinal, que os cientistas se apegam enquanto suas ferramentas não conseguem produzir as evidências de que precisam. Mas, apesar de a divagação livre ser uma parte essencial da atividade científica empírica — é preciso especular algo para poder testar –, pedir a um cientista para pisar a fronteira nebulosa entre o palpite e a certeza é sempre delicado. Muitas vezes isso é mesmo um tabu. Continuar lendo “Cientistas expõem teses nas quais acreditam sem poder provar”

Os estrangeirismos há muito tempo fazem parte da Língua Portguesa. Sempre combatidos por puristas, em muitos casos não há como fugir deles, enquanto que em outros casos seu emprego é desnecessário, posto que existem similiares no nosso próprio idioma. Assim como anglicismos, galicismos e demais barbarismos, apareceu um outro “estrangeirismo”: A linguagem internética.
Pesquisadores disponibilizaram na Internet um banco de dados contendo a maior coleção já feita de imagens do cérebro. E não apenas cérebros humanos, mas também cérebros de macacos, cães, gatos, camundongos e pássaros.
Pelo segundo ano, a revista
Ao que parece, o
Por Steven Soter
A universidade norte-americana MIT acaba de apresentar um novo projeto de interação social que permite que uma pessoa saiba instantaneamente a localização física de todos os seus amigos. O projeto já está em funcionamento em todo o campus da universidade, cobrindo uma área de quase 700 mil m2 e servindo a uma população de 20.000 usuários.
Um estudo feito por uma empresa de segurança na internet revelou que o Brasil é o vice-líder mundial na produção de programas nocivos que contaminam os computadores, como os vírus. De acordo com o relatório Security Threat Report, da Sophos, empresa com sedes nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, o Brasil é responsável pela criação de 14,2% dos malwares.
Os operadores do portal sueco
O astrônomo amador Willian Bianco não precisa utilizar um telescópio para buscar planetas desconhecidos. Basta apenas que ele se conecte em seu computador. Bianco, encantado pelo Universo desde menino, faz parte de uma comunidade on-line que não pára de crescer: ele busca conhecimento nas montanhas de informações coletadas por cientistas profissionais em busca de novos mundos.