O fim da Internet discada

Por Eduardo Tude

A pesquisa TIC Domicílios 2006 do Nic.br apontou a Banda Larga como o tipo de conexão utilizado por mais de 40% dos domicílios brasileiros que têm acesso à Internet. A banda larga era também a forma preferida de conexão para 49% dos 1,5 milhões de assinantes do UOL em setembro de 2006.

No Internet Group, braço de Internet da Brasil Telecom que reúne os provedores IG, IBest e BrTurbo, o número de usuários ativos de Internet discada caiu de 3,5 milhões no início do ano para 3,1 milhões em setembro de 2006. Continuar lendo “O fim da Internet discada”

Computadores de DNA ganham vida

Por Ehud Shapiro e Yaakov Benenson

Cientistas exploram o poder de computação de moléculas biológicas e criam máquinas minúsculas capazes de falar diretamente com células vivas.

Quando o matemático britânico Alan Turing concebeu a noção de uma máquina de computação programável universal, a palavra “computador” tipicamente se referia não a um objeto, mas a seres humanos. Era 1936, e pessoas que tinham o trabalho de computar, em termos modernos, trituravam números. Turing projetou uma máquina capaz de realizar o trabalho deles – calcular qualquer problema computável – e armou o cenário para o estudo teórico da computação que permanece como base para a ciência da computação. Mas ele nunca especificou quais materiais deveriam ser usados para construí-la. Continuar lendo “Computadores de DNA ganham vida”

Como os ladrões roubam seus dados mais secretos

privacidade.gifRevender ou doar equipamentos de informática antigos após uma atualização é comum a muitas empresas. O rendimento adicional ou abatimento no imposto pode ajudar a pagar os custos dos novos equipamentos. Mas essa economia pode recair contra você. Continuar lendo “Como os ladrões roubam seus dados mais secretos”

O software antivírus é também um vírus?

antivirus.jpgConforme os computadores se tornam mais rápidos e potentes, também pode parecer que ficam mais lentos. Se isso estiver acontecendo, então a resposta a seu paradoxo pode estar no seu software antivírus. Continuar lendo “O software antivírus é também um vírus?”

A nova Internet brasileira: Um guia ilustrado!

Como postar um comentário na nova Internet brasileira do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

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Laptop de US$ 100 custará até 40% mais caro

olpc.jpgO diretor da organização OLPC (Um laptop por criança, na sigla em inglês), Walter Bender, afirmou que os laptops produzidos ao longo de 2007 terão um custo entre US$ 135 e US$ 140 por unidade.

Bender avalia que só em 2008 será possível atingir a meta de produzir o computador educacional batizado de 2B1 pelo preço de US$ 100. Continuar lendo “Laptop de US$ 100 custará até 40% mais caro”

Linux copia inovações da Microsoft, diz Ballmer

windowslinux.jpgO CEO da Microsoft, Steve Ballmer, declarou esta semana que a comunidade Linux aproveita-se de inovações da MS o que, no seu ponto de vista, é uma forma de infringir a propriedade intelectual da empresa. Continuar lendo “Linux copia inovações da Microsoft, diz Ballmer”

Deus criou o mundo usando o MS-DOS

Deus, num dia de falta do que fazer, resolve sentar-se em frente ao seu computador e  brincar com novo aplicativo MS-DOS.

C:>Criar homem.exe
Homem criado.

C:>Fazer o homem multiplicar e povoar a Terra e dominar os peixes as aves, e ter domínio sobre todas as coisas que estejam sobre a Terra.
Excesso de caracteres Continuar lendo “Deus criou o mundo usando o MS-DOS”

A formiga de Langton

<img src=”https://ceticismo.net/wp-content/uploads/2006/11/langtonsant.jpg&#8221; alt=”langtonsant.jpg” style=”margin:4px;” align=”left” border=”0″ />Imagine um plano completamente branco, dividido em quadrados de mesmo tamanho. Sobre ele, uma formiguinha avança um quadrado por vez, enquanto uma série de três regras simples se aplica a ela e ao plano.<!–more–> A primeira regra diz que quando a formiguinha encontrar um quadrado preto deverá fazer uma curva de noventa graus para a esquerda. A segunda regra diz que quando a formiguinha encontrar um quadrado branco deverá fazer uma curva de noventa graus para a direita. A terceira e última regra diz que quando a formiguinha sair de um quadrado ele deverá mudar de cor, de branco para preto ou de preto para branco, conforme o caso. Este sisteminha teórico, conhecido como Formiga de Langton (Langton’s Ant), foi criado nos anos oitenta por Chris Langton, estudioso de sistemas de vida artificial (simulação em computador de organismos vivos) e máquinas de Turing (modelos abstratos de funcionamento de computadores).

<img src=”http://www.burburinho.com/img/nn030720.gif&#8221; align=”right” border=”0″ height=”290″ hspace=”10″ width=”200″ />A formiguinha imaginária de Langton é um excelente exemplo de como regras simples podem gerar sistemas complexos. Quando deixada desacompanhada num plano completamente branco, seguindo as três regras básicas do seu universo, a formiga começa a criar padrões aparentemente simétricos em sua primeira centena de movimentos. Logo em seguida, porém, fica impossível reconhecer qualquer padrão de movimento e ela perambula aparentemente a esmo durante seus próximos dez mil movimentos. E quando tudo parece indicar que nenhuma forma reconhecível voltará a ser criada, a formiga começa a desenhar uma espécie de auto-estrada retilínea e com padrões decorativos, seguindo na mesma direção rumo ao infinito. Não existe qualquer regra no sistema instruindo a formiguinha a se comportar como um inseto bêbado durante dez mil movimentos ou a construir uma rodovia (mirmecovia?) depois disso. Trata-se de comportamento emergente, resultados complexos surgidos de regras simples.

Um observador atento não teria muita dificuldade em descobrir as regras do sistema, bastando para isso uma análise de causas e conseqüências. Mas o mesmo observador não teria como prever que, depois de milhares de movimentos desordenados, a formiguinha fosse iniciar a construção de uma auto-estrada. Observando o sistema em sua fase caótica, poderia concluir (erroneamente) que se trata de um sistema essencialmente caótico. Observando o sistema em sua fase ordenada, poderia concluir (erroneamente) que se trata de um sistema essencialmente ordenado. Mesmo num ambiente extremamente simples (um plano branco) e uma diminuta coleção de regras (apenas três), os resultados podem ser imprevisíveis. Quando acrescentamos mais alguns elementos, como alguns quadrados pretos pelo caminho ou uma segunda formiga, qualquer tentativa de determinar o futuro do sistema, ou mesmo de parte dele, é completamente infrutífera. Sim, podemos executar a simulação e descobrir o que sempre acontece numa determinada situação. Mas não temos como prever os resultados de situações novas.

E qual a importância disto tudo? Imagine que o sistema em questão é um pouco mais elaborado. Em vez de um plano, temos um espaço tridimensional. Em vez de uma simples formiguinha, temos milhões de elementos diferentes interagindo. Em vez de três regras simples, temos uma coleção bem maior de regras um pouco mais complicadas, e que ainda não conhecemos na totalidade, como gravidade, eletricidade, magnetismo, relatividade e mecânica quântica, entre outras. Sim, estamos falando do nosso universo. Se não conseguimos prever o comportamento de uma formiguinha imaginária num sistema extremamente simples, será possível compreender na totalidade algo cuja complexidade é infinitamente maior?

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Fonte: <a href=”http://www.burburinho.com/20030720.html”>http://www.burburinho.com/20030720.html</a></em&gt;

Obsessão pela ferramenta

ferramentas.jpgQuando me perguntam que câmara fotográfica eu uso, gosto de responder: qualquer uma. A reação é quase sempre de surpresa, já que a resposta esperada é alguma marca famosa e sua defesa incondicional. Porque muita gente confunde as ferramentas com o que podemos fazer com elas. Continuar lendo “Obsessão pela ferramenta”