Um fóssil de um animal que viveu há 47 milhões de anos, fora encontrado há alguns anos na Alemanha. Agora, o fóssil foi analisado com mais profundidade, determinando as características de um primata que conduziu ao ramo evolutivo de macacos, símios e seres humanos. Isso n]ão significa dizer que o fóssil era de um macaco, mas de um ancestral comum a macacos e humanos. Alguns humanos toscos e especistas acham que isso os diminui em termos de importância. Eu, por outro lado, vejo que ser parente de seres que destroem o seu ambiente, agem com selvageria, matando-se mutuamente, é o um xingamento pior.
Descrito como o “mais completo fóssil primata já descoberto,” o fóssil mostra o que seria uma fêmea jovem, do tamanho similar ao de um pequeno macaco. Somente o membro inferior esquerdo está faltando, mas a preservação é tão notável que pode-se ver os vestígios de pele e flexibilidade do corpo. Continuar lendo “Ancestral humano de 47 milhões de anos é estudado em Oslo”

Hipocrisia pouca é bobagem, não é mesmo seu Papa? Para quem acompanha os arautos da cultura (nós, claro), viu que publicamos uma notícia onde o
O Telescópio Espacial Spitzer foi lançado ao espaço pela NASA, com o auxílio de um Foguete Delta II em 25 de agosto de 2003. Basicamente, é uma estrutura tubular de 85 cm de diâmetro, resfriado criogenicamente, cuja especialidade é captar imagens em Infra-Vermelho, ou seja, emanações de calor, mesmo a grandes distâncias. É é por causa disso que ele deve ser altamente resfriado, a fim que seu próprio calor não interfira na captação das imagens.
Setenta reais e mais uns trocados. Esse é o custo final de um inovador aparelho que poderá revolucionar a educação para deficientes visuais no Brasil. Trata-se de um leitor de braile, capaz de traduzir sinais táteis da linguagem em alto-relevo para a escrita convencional. O protótipo foi desenvolvido na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, e ganhou o 3º Prêmio Werner Von Siemens de Inovação Tecnológica. O grande mérito do projeto, segundo seus pesquisadores, é associar facilidade de uso, simplicidade e baixo custo.
O ser humano não muda. Não importa se cara-a-cara ou se está atrás de um muro ou se escondendo na Internet. É da natureza humana o ódio e a tendência ao separatismo, chauvinismo e preconceito. Somos uma espécie que só tem feito besteira entre si, mostrando que se há um milagre, foi o de não termos nos matado uns aos outros (ainda).
É público e notório que o Império do Mal Vaticaniano nunca foi muito fã da cultura e divulgação científica. patrocinou muitas Universidades, claro; mas fundamentalmente para servirem de instrumentos de fé, preferindo abolir o que chamavam de Quadrivium, isto é, o ensino de aritmética, geometria, música e astronomia, preferindo em seu lugar o Trivium gramática, dialética (ou lógica) e retórica. Isso por motivo de formar melhores debatedores sobre as questões eclesiásticas.
Processadores menores, mais rápidos e mais versáteis representam uma busca constante para a indústria de informática. O futuro dos chips pode estar em um material insólito, o grafeno, como relata um novo estudo, publicado na edição desta sexta-feira (8/5) da revista
Uma antiga proteína que remonta 80 milhões de anos, mais especificamente no período Cretáceo, foi preservada nos fragmentos ósseos e tecidos moles de um hadrossauro, de acordo com um estudo publicado na revista Science. Quando se fala em fragmentos ósseos e tecidos moles, significa que pedaços de pele e músculos foram também fossilizados junto com os ossos. Não significa, entretanto, que tais peças de tecido estavam moles, em termos de dureza, mas ambos rigidamente fossilizados.
Senhoras e senhores, bem-vindos à sexta-feira insana. Normalmente tiramos este dia para publicar as loucuras concernentes ao mundo religioso que beiram à loucura e insanidade. Mas não garanto que somente às sextas o mundo da loucura será mostrado aqui.
A FAPESP enviou nesta segunda-feira (6/4), à Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), sediada na fronteira entre a França e a Suíça, um memorando de entendimento para formalizar a participação de pesquisadores paulistas no Worldwide LHC Computing Grid (WLCG), uma colaboração global que reúne mais de 140 centros de computação científica em 35 países.