Até que enfim, uma notícia sobre algo inteligente que os americanos fizeram: A Corte de Apelações Federal americana, em total respeito aos princípios de laicidade que a Constituição dos Estados Unidos prega, determinou que um treinador de futebol americano (sabe aquele futebol que a bola parece um caroço de azeitona? Pois é) estava terminantemente proibido de se ajoelhar e rezar com sua equipe.
O professor de espanhol e treinador no colégio público de East Brunswick, em New Jersey, desde 1983, chamado Marcus Borden pedia a um pastor uma ação de graças na refeição, antes de uma partida, e convidava seus jogadores a se ajoelharem no vestiário para rezar antes de entrar em campo.
No início de 2005, os pais (que devem ser um bando de malditos hereges) alegaram, entretanto, que tal ato se tratava de uma intromissão da religião em uma instituição pública, o que contraria a neutralidade imposta pela Constituição ao Estado em matéria de religião, tema muito sensível nos EUA. Continuar lendo “Treinador é impedido de rezar em colégio público americano”

Por essa, nem as Ovelhinhas do Vaticano esperavam! Os muçulmanos já são quase 20% da população mundial. E isso que diz é o próprio Vaticano! Durante séculos, o catolicismo desfrutou o privilégio de ser a religião com o maior número de fiéis.
Nem só de DaVinci e Michelângelo vive a arte sacra. Alguns artistas também enveredaram para a retratação de passagens religiosas, ainda mais no Cristianismo; mesmo porque, o Islamismo proíbe que que sejam retratadas figuras de seres vivos, e se for de Maomé, danou-se: Homem-Bomba na certa!
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No século XVI, o Protestantismo apareceu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da suposta “Palavra de Deus”, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.
Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.
Muitas culturas têm um deus. E considerando que todas essas culturas são diferentes entre si, todos esses deuses acabam sendo diferentes entre si também.
Você sabe como Jesus é, certo? Cabelos levemente cacheados, barbudo, alto e com cara de quem nasceu na Palestina, não é mesmo? Mas, aí somos obrigados a perguntar: Tem certeza? De onde você tirou esta idéia? Você sabe como era a aparência do X-Man Palestino ou sabe apenas a descrição que lhe disseram? Para ser sincero, eu acho que você deveria rever os seus conceitos.
Os chatólicos romanos atacam de novo com um caminhão de besteiras. Toda semana inventam alguma idiotice para aparecer na TV. Dessa vez, Chico Bento XVI resolveu rezar mais que o padre (com muito trocadilho) e resolveu ser mais original e criou novos pecados capitais.
Ah, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.