Morre Alex, papagaio que revolucionou os estudos da mente

papagaioalex.jpgUm papagaio capaz de contar até seis, identificar cores e até mesmo expressar frustração com testes científicos repetidos morreu depois de 30 anos ajudando pesquisadores a compreender melhor o cérebro das aves. A morte de Alex, um papagaio africano, deixou os cientistas da Universidade Brandeis com a sensação de ter perdido um colega.”É devastador perder um indivíduo com quem se tem trabalhado quase que diariamente por 30 anos”, disse a cientista Irene Pepperberg ao jornal Boston Globe. “Tinha gente trabalhando com ele de 8 a 12 horas a cada dia de sua vida”.

Os talentos de Alex para lidar com linguagem e reconhecimento revolucionaram a compreensão do cérebro das aves. Continuar lendo “Morre Alex, papagaio que revolucionou os estudos da mente”

Suicídio é mais comum do que homicídio

owenwilson.jpgA recente tentativa de suicídio do ator Owen Wilson chocou muitas pessoas. Ele é uma estrela da comédia que inclui filmes como “Zoolander” e “Starsky e Hutch”, é rico, famoso e foi honrado com uma indicação ao Oscar. Ele também esteve deprimido por meses.

Sua tentativa pode ser inesperada, mas não é tão incomum. Em geral as pessoas subestimam demais a incidência de suicídio.

Aproximadamente 30 mil pessoas morrem nos EUA a cada ano através de suicídio. É a nona maior causa de morte naquele país e é mais comum para homens do que para mulheres.

E não é apenas um problema dos EUA. Continuar lendo “Suicídio é mais comum do que homicídio”

Primeiro beijo pode revelar o futuro da relação

primeirobeijo.jpgO primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, segundo indica uma pesquisa sobre o ato de beijar realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York.

No estudo, que analisou reações e percepções de 1.041 pessoas sobre o beijo, 59% dos homens e 66% das mulheres disseram já ter descoberto, após o primeiro beijo, não estarem mais interessados em alguém por quem se sentiam atraídos anteriormente.

“O que ocorre durante um primeiro beijo pode ter um efeito profundo sobre o futuro do relacionamento”, relataram os autores da pesquisa no artigo publicado na revista científica Evolutionary Psychology. Continuar lendo “Primeiro beijo pode revelar o futuro da relação”

Higiene pode levar à alergias

alergia.jpgO excesso de higiene da “vida moderna” pode estar ligado ao aumento no número de casos de alergias, disse nesta quarta-feira (5) um pediatra da Universidade de Michigan.

“É a chamada hipótese das alergias”, segundo Marc McMorris, um especialista nesta área, cujas declarações foram divulgadas em uma nota de imprensa distribuída pela Universidade de Michigan. Continuar lendo “Higiene pode levar à alergias”

Celular em hospital pode matar

sickcellkid.gifUsar o telefone celular próximo ao leito ou equipamentos de hospitais poderia desligar exaustores ou causar mau funcionamento de marca-passos, afirmou um estudo holandês divulgado nesta semana.

Pesquisadores da Universidade de Amsterdã registraram cerca de 50 incidentes resultantes da interferência eletrônica pelo uso de celulares em hospitais. Cerca de 75% deles foram classificados como significativamente perigosos. Continuar lendo “Celular em hospital pode matar”

Água demais pode fazer mal e até matar

Que a água é essencial para a vida, todo mundo sabe. O líquido constitui 66% do corpo humano e está presente no sangue e nas células, além de preencher os espaços entre eles. O corpo perde água a todo o momento por meio do suor, da urina, fezes e expiração, entre outras “rotas de fuga”. Reabastecer os estoques é essencial, mas a reidratação também pode ser excessiva. Uma overdose de água pode ser fatal. Continuar lendo “Água demais pode fazer mal e até matar”

Pereirina: O primeiro alcalóide extraído no Brasil

A pereirina é um alcalóide encontrado na casca do pau-pereira (Geissospermum vellosii), árvore da família das apocináceas. A substância, usada durante muito tempo como medicamento contra febres (inclusive as provocadas pela malária), foi isolada pela primeira vez em 1838, no Rio de Janeiro, por um farmacêutico brasileiro. O isolamento desse alcalóide, reivindicado também por pesquisadores de outros países, mostra que na primeira metade do século 19 já se faziam estudos químicos de produtos naturais no país. Continuar lendo “Pereirina: O primeiro alcalóide extraído no Brasil”

Medo: Quando o cérebro decide que é hora de fugir

William James, filósofo do final do século 19 e começo do século 20, uma vez disse que as pessoas não temem um urso quando o vêem, mas quando saem correndo dele.

Cem anos depois, um novo estudo de imageamento do cérebro prova que James poderia estar certo. Usando um jogo de vídeo game similar ao Pac-Man e imagens de ressonância magnética funcional (fMRI), os cientistas demonstraram que quando um estímulo provocador de medo (como um urso, por exemplo) é detectado à distância, o cérebro humano liga um circuito que analisa o nível de ameaça e maneiras de evitar o animal ou o perigo. Se o urso se aproximar – aumentando a ameaça –, outras regiões do cérebro, mais reativas, entram em ação, desencadeando uma resposta imediata de proteção, seja lutar, fugir ou ficar paralisado. Continuar lendo “Medo: Quando o cérebro decide que é hora de fugir”

Guerra de nervos no trabalho

O stress no trabalho é uma das principais causas de absenteísmo e acidentes. Estudo feito pelo governo britânico em 2000 estimou em cerca de 40 milhões as faltas ao trabalho, em apenas um ano, devido a distúrbios relacionados ao stress. Nos Estados Unidos, esse número chega a 550 milhões de faltas por ano. O médico americano Martin Moore-Ede, um dos maiores especialistas do mundo em fadiga laboral, calculou, em 1993, o custo mundial dos acidentes ? na indústria, no trânsito e no campo ? em cerca de 60 milhões de dólares por ano. Continuar lendo “Guerra de nervos no trabalho”

Não entendeu? O orangotango explica de novo

orangotango.jpgSe algum dia você tiver problemas para se entendido por um orangotango, tente usar adivinhações. Os pesquisadores dizem que quando esses primatas não conseguem se fazer entender usando gestos, adotam uma estratégia similar às adivinhações dos humanos, repetindo gestos que funcionam, mas testando novos sinais se o “interlocutor” não compreende nada. Continuar lendo “Não entendeu? O orangotango explica de novo”