Curiosidades sobre a Língua Portuguesa

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  • A MATANÇA GRAMATICAL – Tudo é matança, mas há algumas diferenças: o filho que mata o pai comete um parricídio. O filho que mata a mãe comete um matricídio. Os pais que matam o filho cometem um filicídio. A mulher que mata o marido comete um mariticídio. E o marido que mata a esposa comete (que horrível) um uxoricídio. Continuar lendo “Curiosidades sobre a Língua Portuguesa”

Dicas de redação

redacao.jpgInicialmente, reforçamos a idéia de que um trabalho de redação é, antes de mais nada, um trabalho de criatividade. Portanto, é muito pessoal, subjetivo; cada cabeça, um estilo. Consideramos um absurdo a tentativa de se padronizar um texto, de se elaborar um “modelo” a ser seguido ou, pior ainda, um gabarito para redação (não confundir com o trabalho de reflexão e análise sobre textos de bons escritores, considerados modelos; tal trabalho é proveitoso para que possamos fixar o nosso estilo).

Entretanto, mesmo sendo um trabalho subjetivo, de criatividade, de manifestação de um estilo individual, podemos enumerar algumas qualidades e alguns defeitos. Continuar lendo “Dicas de redação”

Redes neurais artificiais

redeneural.jpgPor Emerson Alecrim.

Introdução

O estudo das redes neurais artificiais é algo fascinante e esse fascínio aumenta à medida que se tem mais conhecimento sobre o assunto. Trata-se de um conceito de extrema importância da computação, responsável pela solução de muitos problemas complexos. Este artigo explicará o que são redes neurais artificiais e abordará de maneira básica seu funcionamento. Continuar lendo “Redes neurais artificiais”

O senso comum e a ciência

Por Rubem Alves
Extraído de Filosofia da Ciência

O que é que as pessoas comuns pensam quando as palavras ciência ou cientista são mencionadas? Faça você mesmo um exercício. Feche os olhos e veja que imagens vêm à sua mente.

As imagens mais comuns são as seguintes:

  • O gênio louco, que inventa coisas fantásticas;
  • O tipo excêntrico, ex-cêntrico, fora do centro, manso, distraído;
  • O indivíduo que pensa o tempo todo sobre fórmulas incompreensíveis ao comum dos mortais;
  • Alguém que fala com autoridade, que sabe sobre que está falando, a quem os outros devem ouvir e … obedecer. Continuar lendo “O senso comum e a ciência”

A origem dos idiomas

Os 3 mil idiomas falados hoje no mundo podem ter a mesma origem. Na busca dessa lingua-mãe, os pesquisadores descobrem semelhanças incríveis que talvez não sejam coincidências.

Recolhido a seus aposentos numa certa noite do final do século VII a.C., Psamético, um dos últimos faraós do Egito, que reinou de 664 a 610 a.C., refletia sobre as línguas que os homens falavam. Sua riqueza e diversidade, as semelhanças e as diferenças entre as palavras, as pronúncias, as inflexões de voz, tudo o fascinava – principalmente a idéia de que essa multiplicidade tinha uma origem comum, uma língua mãe falada por toda a humanidade num tempo muito remoto, como afirmavam as lendas da época. Continuar lendo “A origem dos idiomas”