Por Marcos de Almeida
É possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos. Continuar lendo “Moralidade, Ética e Religião”

Os conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia.
Abu Musa Jabir ibn Hayyan ( جابر بن حيان) (c.721–c.815), também conhecido pelo nome latino “Geber“, foi um alquimista islâmico proeminente, além de farmacêutico, filósofo, astrônomo, e físico. Ele também foi chamado de “o pai de química árabe” pelos europeus. A origem étnica dele não é clara, embora a maioria das fontes o atribuem a origem árabe ou persa. Geber é responsável pela introdução da experimentação na alquimia, assim como a invenção de vários processos importantes usados na Química moderna, como as sínteses dos ácidos nítrico e clorídrico, a destilação e a cristalização.
Por Voltaire
Por Isaac Asimov
As projeções reveladas pelos estudos do IPCC mostram que o aquecimento poderá variar de região para região, sendo acompanhado por aumentos e diminuições na precipitação (chuvas). Além disso, poderão ocorrer alterações na variabilidade do clima e na freqüência e intensidade de alguns fenômenos climáticos extremos.
A história da conquista do vôo humano tem inúmeros personagens e não pode ser contada por um único homem. Das mitológicas asas de penas de Ícaro e Dédalo aos primeiros engenhos voadores do século XVIII, o sonho de voar foi acalentado durante séculos.
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.
Uma das maiores preocupações do mundo diz respeito à produção de alimentos. O principal problema, depois da água, é a ausência de solo cultivável em todos os recantos do planeta. Mas, as pessoas precisam ser alimentadas; o que fazer? A saída seria uma técnica de plantio sem a necessidade de se empregar o solo. Isso é possível? Sim, é. A hidroponia (cujo significado literal é “trabalho em água”) é uma técnica de plantio onde o solo é dispensável; voltada principalmente para o cultivo de verduras, frutos e até mesmo flores.
Todos nós já ouvimos falar sobre “alquimia”. Muitos vêem como algo hermético, cheio de “saberes ocultos”, com conceitos mágicos apenas ao alcance de iniciados. Mas não é bem assim. Sua história mostra que nada tinha de “mágico” ou “hermético” na antigüidade. Na verdade, era uma ciência como todas as de hoje. Uma ciência que evoluiu e acabou recebendo outro nome. Mas, como começou a alquimia mesmo? Qual o seu nome atual?