por Augusto Damineli e Tasso Napoleão
Ao longo de todo este ano a humanidade terá a oportunidade inédita de reafirmar uma profunda conexão com o Universo, estimulando a consciência de sua origem cósmica. A matéria que forma o corpo de cada um de nós, por exemplo, por familiar que possa parecer, na realidade foi forjada no interior de estrelas de grande massa que explodiram ao final de sua vida. Elas fertilizaram o espaço com os elementos químicos que elaboraram em seu interior, os tijolos básicos para a construção do mundo: de estruturas vivas a formas inanimadas.
No imaginário da maioria das pessoas, vivemos “aqui em baixo” numa realidade dura em que tudo se desfaz com rapidez, enquanto “lá em cima” é o lugar da eternidade, da matéria em estado mais puro. Esse quadro mental foi cristalizado ao longo de milênios e resistiu às grandes revoluções que se aceleraram nos últimos 500 anos. A disseminação do conhecimento pela escola, livros e mídia não foi capaz de dissolver essa memória partilhada mesmo por pessoas com instrução universitária.

Ao longo de todo este ano a humanidade terá a oportunidade inédita de reafirmar uma profunda conexão com o Universo, estimulando a consciência de sua origem cósmica. A matéria que forma o corpo de cada um de nós, por exemplo, por familiar que possa parecer, na realidade foi forjada no interior de estrelas de grande massa que explodiram ao final de sua vida. Elas fertilizaram o espaço com os elementos químicos que elaboraram em seu interior, os tijolos básicos para a construção do mundo: de estruturas vivas a formas inanimadas.
A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.
A pareidolia é o fenômenos de ver e ouvir coisas que não estão lá. Trata-se meramente de nossa capacidade de reconhecimento que entra em curto e queremos ver coisas que, em princípio, não estão lá. Mas, as semelhanças fazem com que façamos ligações mediante nossa vivência. Assim, pessoas vêem Jesus em torradas, monstros em explosões e santas em vidraças.
Cientistas da Irlanda (nenhum, que seja meu parente) andaram metendo o pé na jaca esses dias, antes dos festejos do Ano Novo. Ou isso, ou alguém tá afim de ganhar o prêmio IgNobel de 2009.
Durante o ano de 2003, uma equipe de antropólogos australianos encontrou um conjunto de fósseis na caverna de Luang Bua, situada na ilha de Flores (Indonésia), e iniciou uma enorme controvérsia sobre a origem dos seres humanos modernos.
Eu tenho amigos de todos os credos. Desde judeus, cristãos, ateus, muçulmanos, agnósticos, macumbeiros e até um que acredita em divindades indígenas (sério!). Isso passando por defensores de ufologia, astrologia e até que o Lula é um bom presidente e o Vasco tinha condições de ficar na primeira divisão. Eu não implico com eles se eles não ficarem me “vendendo” suas crenças. Conversamos sobre estes assuntos, mas sem proselitismo de nenhum lado.
Você achava que o mundo era estranho o suficiente? SURPRESA!!! Ele ficará mais esquisito ainda depois de você ler o que os australianos descobriram: abelhas agem como humanos sob o efeito de cocaína. E não, meus caros. O único pó branco que uso é açúcar, logo eu estou careta enquanto escrevo isso.
Para os desavisados de plantão, o dia dia 21 de dezembro pode apenas significar que chegou o verão, com amor no coração e outras bobagens cantadas pela Marina (Lima). Mas nesse dia, no ano de 1968, a Apollo 8 partiu em direção à Lua. Os astronautas Frank Borman, Jim Lovell e Bill Anders foram os primeiros homens a circunavegar a Lua, abrindo o caminho para o pouso histórico em nosso satélite, que aconteceria sete meses mais tarde, com a Apollo 11.