O que Alexandre, o Grande, tinha no prato?

Todo mundo conhece Alexandre, o Grande, o conquistador que não perdeu uma única batalha e expandiu seu império até os confins da Ásia. Mas… você já parou pra pensar no que esse sujeito comia? Qual era o gosto de um banquete real no século IV antes de Cristo? Pode apostar que vai muito além de pão e vinho. Continuar lendo “O que Alexandre, o Grande, tinha no prato?”

Novas Guerras, Antigas Armas

Imaginem a seguinte cena: soldados com equipamentos militares de última geração, rádios criptografados, visores noturnos, botas de campanha resistentes ao frio… empunhando paus com pregos e escudos improvisados como se estivessem num revival de Game of Thrones. Parece roteiro de série, mas é a realidade nunca é bem roteirizada, ainda mais em recantos esquecidos por todos os deuses, como as terras ao longo das gélidas e contestadas fronteiras entre China e Índia, com duas potências nucleares, com arsenais capazes de apagar cidades do mapa, envolvidas em confrontos corpo-a-corpo que mais lembram brigas de pátio de escola, com a diferença que o pátio fica a 4 mil metros de altitude, e as pedras são maiores do que a cabeça de um infeliz. Continuar lendo “Novas Guerras, Antigas Armas”

Museu holandês faz exposição safadinha com camisinha antiguinha

Quando dizem que certos objetos “passam de geração em geração”, a gente costuma pensar em alianças, medalhas de guerra ou baús da vovó. Mas, de vez em quando, a História nos entrega surpresas… elásticas que penetram fundo em nossa alma. Se você achava que o século XIX era todo vitoriano e enrustido, tá muito enganado, como pode ser comprovado pelo caso do preservativo que sobreviveu ao século XIX e agora está sendo introduzido com pompa (e circunstância) para ser exposto num museu holandês.

Sim, senhoras e senhores, estamos falando de uma camisinha centenária — uma verdadeira relíquia do sexo dos anjos, se levarmos em conta que tem até freira pelada na estampa! Continuar lendo “Museu holandês faz exposição safadinha com camisinha antiguinha”

O estranho e fascinante mistério do Bromeswell Bucket

Há coisas que a gente encontra no fundo do armário e pensa: “Ah, isso era pra guardar biscoito”. E há coisas que os arqueólogos encontram enterradas há 1.500 anos e pensam: “Ah, isso era pra guardar… sei lá, restos humanos incinerados?” É, pois é. Nem tudo envelhece com dignidade.

Arqueólogos finalmente encontraram a base do lendário balde de Bromeswell, um artefato bizantino que já vinha aparecendo aos poucos em escavações anteriores, como um quebra-cabeça macabro em câmera lenta. Agora, com a parte de baixo em mãos, a equipe pôde analisar o objeto com todos os brinquedinhos modernos da ciência: tomografias computadorizadas, raios-X e outras técnicas que permitem ver o interior sem abrir nada, como um médico medieval jamais sonharia em fazer, já que não é tão divertido para eles os métodos modernos que eles sequer conheceram).

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A jornada moderna pelas desafiadoras rotas vikings

O inclemente vento açoita ferozmente as velas de linho rústico, enquanto o rangido das madeiras ancestrais se curvam e protestam contra o turbulento mar. O céu nublado é refletido nas águas frias da Noruega e se põe contra o bravo guerreiro que não sente medo, e a vontade de vencer desafia Njörd, o deus do mar. A bordo de um pequeno barco, sem tecnologias que  vikings desconheciam, como um GPS, sem motor, sem nem ao menos um café quente, o homem conta com toda a sua coragem, sua vela… e, com sorte, o bom humor de Thor antes que ele decida testar seus trovões. Continuar lendo “A jornada moderna pelas desafiadoras rotas vikings”

Artigos da Semana 256

Esta foi uma semana de crimes, de perversão, de loucuras. Criminosas cabeludas, gatos traficantes, capivaras escoltando bandidos, castelos mentirosos e… bem, teve divulgação cientifica, mas ninguém é de ferro e precisamos colocar algo que as pessoas não gostem para que as façam refletir.

O que eu não sei. Vão lá ver o que eu postei na semana enquanto tento descobrir.

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O mistério de Maiden Castle: a batalha que nunca aconteceu

Durante quase um século, a narrativa era clara: em algum momento sangrento do passado, guerreiros britânicos lutaram bravamente — e em vão — contra as legiões romanas que invadiam a ilha. Seus corpos, encontrados em um antigo cemitério em Maiden Castle, no sul da Inglaterra, teriam sido vítimas de uma batalha épica. Mas e se essa história não for exatamente verdadeira?

Uma nova pesquisa conduzida por arqueólogos da Bournemouth University lançou luz sobre esse episódio lendário e revelou algo surpreendente: os mortos de Maiden Castle não caíram em um único confronto dramático contra os romanos, mas sim ao longo de várias décadas, vítimas de uma série de conflitos internos. Continuar lendo “O mistério de Maiden Castle: a batalha que nunca aconteceu”

Artigos da Semana 255

O mundo das esquisitices está alegre, feliz e satisfeita. Tem loucura de todo tipo. Desde puliça queimando maconha de qualquer jeito, fazendo que uma cidade inteira ficasse doidona, seja o presidente da nação mais poderosa do planeta sacaneando um traficante vagaba ou mesmo um camarão malévolo da pré-hist´[oria. Claro, sempre tem um pouco de normalidade, como ganhadoras de prêmios científicos pelo seu trabalho tão importante.

Tudo isso postado esta semana.

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O presidente que trolou o traficante pé de chinelo

Algumas histórias são tão absurdas que com certeza só podem ser verdade, já que nem com todo LSD do mundo se pensaria num roteiro como a história que eu irei contar hoje. Ela fala de um presidente, assessores de marketing, um plano de governo, um pessoal envolto com um passado não muito legal e um bucha de canhão. Essa é a história de um saco de crack, um presidente e um traficante burro feito uma porta que caiu numa armadilha das mais toscas. Continuar lendo “O presidente que trolou o traficante pé de chinelo”

Grandes Nomes da Ciência: Mariângela Hungria

A mulher que enverga a roupa branca olha pelas lentes de seus óculos a peça de vidro. Uma simples peça de vidro com tampa. Dentro daquela peça de vidro que também tem uma tampa de vidro tem… coisas… coisas vivas. Minúsculos seres que farão a diferença no mundo. Seres responsáveis por alimentar países, erguer nações, acabar com a fome. A mulher do jaleco branco pousa a peça de vidro que é o pequeno universo que ela ajudou a criar, mas ela não é uma mulher qualquer. É alguém paciente, convicta, insistente, e por longas décadas ela logrou o seu intento. Não, ela não é uma mulher qualquer, ela é uma cientista. Ela é Mariângela Hungria. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Mariângela Hungria”