
Disputar vagas, seja em concurso ou vestibular é algo difícil porque é muito concorrido. Alguns apelam para a trapaça, como o caso de um Zé Ruela que pintou a cara para parecer negro e passar no concurso do INSS. Pegaram o sujeito (não de porrada, mas deveriam) e desclassificaram o desclassificado. Se isso o fez achar que era estupidez galopante, espere até saber da história de outro mané que decidiu que, se não conseguia entrar na faculdade de Medicina pelas vias normais, entraria pela porta dos fundos: a cota para pessoas com deficiência. O problema? Ele não tinha nenhuma deficiência. A solução? Criar uma com um… esmeril, anestesia caseira e uma dose cavalar de idiotice. Continuar lendo “Jovem faz jovenzice para passar no vestibular por meio de cotas”









