Conforme disse várias vezes, o cristianismo tomou por empréstimo tudo quanto se fez necessário à sua formação. Assim, todos os ensinamentos atribuídos a Cristo foram copiados dos povos com os quais os judeus tiveram convivência. A sua moral, a moral que Cristo teria ensinado, aprendeu-a com os filósofos que o antecederam em muitos séculos. De modo que não há inovações em nenhum setor ou aspecto do cristianismo. Antigos povos, milênios antes, adoraram seus deuses semelhantemente.
Dentre as máximas adotadas pelo cristianismo, comento a seguinte: “Não faças aos outros o que não queres que a ti seja feito”. Este ensinamento não teria partido de Jesus, conforme pretendem os cristãos, não sendo sequer uma máxima cristã, originariamente. Encontraremos ela em Confúcio, e ainda no bramanismo, no budismo e no mazdeismo, fundado por Zoroastro. Era uma orientação filosófica e religiosa, adotada pelos hindus. Continuar lendo “A maior farsa de todos os tempos: Outras fontes do cristianismo”


Máquina experimental deve iniciar vôos de teste ainda neste ano, na Espanha. Aeroplano seria movido por célula de combustível, que não usa derivados do petróleo.
Tendo em vista o completo silêncio histórico a respeito de Jesus Cristo, bem como as evidentes ligações deste com o mito dos deuses-solares, Dupuis escreveu o seguinte:
Saúde de pessoas do auge do Império Romano e do começo da Idade Média era idêntica. Dados sugerem que transição entre eras imperial e medieval não afetou pessoas comuns. Para a elite da época, foi como se o mundo tivesse acabado. “Tornou-se cativa a cidade que antes havia tornado todas as outras suas cativas”, escreveu São Jerônimo sobre o saque de Roma pelos bárbaros em 410 d.C., que marcou o início do fim de um império de 500 anos. Mas, ao menos para o povo comum da Itália, parece que a suposta catástrofe não foi nem um pouco catastrófica. Um novo estudo sugere que as condições de vida da população mudaram muito pouco entre o auge do Império Romano e o começo da Idade Média.
Sempre associados a sujeira e falta de higiene, os porcos podem ser agora a mais nova fonte de energia alternativa, limpa e renovável. É que um grupo de cientistas do Centro de Pesquisas em Energias Alternativas e Renováveis (CPEAR), da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), acaba de desenvolver um novo processo que permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos sem liberação de gases poluentes. Além de oferecer uma opção a mais de acesso à energia, a técnica ajudará a reduzir a poluição de solos e mananciais, um problema cada vez mais grave no Sul do Brasil, onde a suinocultura é uma das principais atividades em pequenas e médias propriedades rurais.
Até 5,4 milhões de macacos são caçados e consumidos anualmente na Amazônia brasileira, colocando em risco as populações naturais de primatas, alertaram nesta segunda-feira (12/03) as organizações ambientais
Vaticanistas italianos acreditam que uma mudança histórica nas normas da Igreja Católica sobre o uso da camisinha está próxima, com a autorização do preservativo dentro do casamento, no caso de um dos parceiros estar contaminado pelo vírus HIV.
Acaba de entrar em operação no Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) do Rio de Janeiro, uma unidade de pesquisas na área de mineração, ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, a Unidade Semi-Piloto de Biolixiviação, que visa à redução de gases poluentes na extração de cobre.