Você é do povo de Deus? Saiba quem votou contra o aumento do salário mínimo

Olá irmão! Meus respeitos, irmã. Sabemos com a  graça de Deus-Pai, Todo-Poderoso, que nos anos que antecederam o afundamento de Atlântida, digo, no ano de Nosso Senhor de 2011, o Governo dos Trabalhadores, cioso de suas obrigações para com a massa que elegeu seus representantes, visando a melhoria das condições de nós, proletariados, e lutando contra o monstro neo-liberal, travou uma disputa tendo como campo de batalha a votação pelo salário mínimo. Aquele maravilhoso valor que juram de pés juntinhos ser capaz de garantir as necessidades básicas do povo, mediante oque vem escrito na Constituição (aquilo que dizem servir para alguma coisa). O Governo viu que um aumento substancial e escorchante para voluptuosos 600 reais quebraria o país e, pior, nos transformaria a todos em porcos burgueses. Venceu  bom senso e o aumento foi só de:


Não gaste tudo de uma vez!

Como povo de Deus-Pai, Todo-Poderoso, temos que saber quais os representantes cristãos que contribuíram para esta conquista. Acompanhe-nos:

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Living Earth Simulator, o Simulador da Terra Viva

Lembra-se de tudo de melhor em termos de ficção científica? Pois, parece que está para se tornar realidade. Desde os primórdios, escritores de FC introduzem conceitos como Inteligência Artificial e mundo gerados por computador. Sim, eu sei o que você está pensando: Matrix Neuromancer, um ícone do Cyberpunk (quando terminar de ler este artigo, faça algo de bom na sua vida e compre o livro. Não vai se arrepender).

Agora, o que antes estava restrito à imaginação dos autores mais consagrados estará disponível no mundo real (se é que você sabe o que é real). Cientistas pesquisam em modelos computacionais de forma a reproduzir todas as variantes caóticas que constituem os sistemas climáticos e disseminação de doenças. Em outras palavras, eles criarão uma "Terra em Bits", um simulador da vida na Terra. Second Life? Meh!

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Por que estudar Ciências atualmente?

Tomando pelo título do artigo, imagino que os leitores estarão pensando em muitos motivos, mas lamento ter que jogar um balde de água fria, pois, no Brasil, não há motivo nenhum para se estudar ciências nos colégios. Pelo menos, mediante nossa atual visão educacional.

Obviamente, posso imaginar a expressão de incredulidade de quem leu o primeiro parágrafo, mas pensem bem: por que motivo seria necessário estudar ciências, perante nosso atual modelo educacional (dizem que existe um, pelo menos). Vamos analisar segmento a segmento e vocês perceberão aonde quero chegar, mas antes tenho que fazer uma ressalva: quando falo de “ensinar ciências”, estou me referindo à disciplina Ciências, uma forma reduzida de se referir às Ciências Físicas, Químicas e Biológicas. Mesmo porque, matemática é ciência, assim como a geografia também o é. Língua portuguesa é ciência? Não, mas linguística o é. Só que não se ensina linguística nos colégios, pelo menos, não como linguística propriamente dita, mas estou me dispersando. Maiores aprofundamentos acarretaria em alguma tese de mestrado, que seria vista com olhares torcidos por muita gente, posto que não sou de ficar citando pensamentos de outrem para respaldar minhas próprias opiniões. Como nem mesmo concorrerei ao prêmio Nobel por este artigo, melhor seguir em frente.

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As Conexões de James Burke

Volta e meia sempre acontece de nos lembrarmos de algo e ficarmos com um gosto amargo de não poder ter este algo novamente. Entretanto, ainda conseguimos resgatar pérolas, nem que seja de ostras bem escondidas. Foi mais ou menos o que aconteceu esta semana. Estava conversando com uma amiga minha e mencionei sobre uma série que assisti lá pro final dos anos 90 (o que para a maioria das pessoas significa a pré-história), que era apresentada às segundas-feira, na TV Educativa do Rio, vulgarmente conhecida como TVE. Era uma série apresentada pelo historiador James Burke. O nome do programa era Conexões (Connections, no título original).

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Considerações do pós-eleição

Então é isso. Acabou-se a votação e ninguém sabe ainda quem vai ganhar a eleição para o cargo máximo de não fazer nada no país (se você realmente não sabe quem será eleito, ou possui um coração muito cândido ou é um tolo). O que vimos ao longo dos meses foi o famoso “mais do mesmo” eleitoral: políticos desviando de assunto, criando factóides, atacando-se mutuamente, desviando o assunto para coisas irrelevantes, criando memes idiotas, enganando a população e passando diploma de idiota em todos os eleitores. Mesmo porque, eleitor É idiota.

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Papa quer que padres brasileiros se metam na eleição

A ICAR sempre teve a mania de se meter em tudo que não diz respeito. As bundas dos noviços e coroinhas não me deixam mentir. Agora, o Império do mal Vaticaniano quer que os clérigos brasileiros deixem as crianças de lado e foquem-se nas crianças que ainda não nasceram, possivelmente para ter mais vítimas gado bebês onde eles poderão fazer gemer na glória de Jesus. Sendo assim, Palpatine Raztinger quer que questões como o aborto e a eutanásia, QUE NÃO FAZEM PARTE DE NENHUMA AGENDA PRESIDENCIAL, sejam discutidas com experts em matar crianças e rasgar mulheres grávidas. Deve ser uma questão de copyright, suponho.

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Vox Populi, Vox Dei ou o Inverno de Nossas Desesperanças

Parabéns, povo brasileiro. Nunca antes, na história deste país, a massa votante de párias, digo, da pátria compareceu com a vontade, a determinação, a vontade de mudar as coisas e expor, através do sufrágio universal, fazer valer a sua voz. A voz das urnas soou longe e todos tremeram perante o resultado avassalador. Sim, devemos nos orgulhar pelo que a massa de eleitores fez neste último domingo de eleição, quando elegeram seus representantes no Congresso, nas Assembleias Legislativas e nos cargos máximos do poder executivo estadual e federal. Sim, obrigado a todos que ajudaram a decidir quem legislará e executará as leis. Pena não podermos ter escolhido o Judiciário também, pois garanto que seria feito com a mesma seriedade.

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IgNobel de 2010 premia pesquisa relacionada com palavrões

A essa atura do campeonato, você já sabe o que é o IgNobel, principalmente se você for alguém antenado e que acessa o Cet.net, demonstrando seu bom gosto. É um prêmio concedido anualmente para as pesquisas mais esquisitas, bizarras, doidas e totalmente hilárias. Ainda assim são científicas, e passam por revisão de pares. Nem pra isso o CriaBURRIcionismo prestou. A pesquisa desse ano tem mais contemplados, inclusive um deles foi agraciado por ter estudado o efeito pacifista de xingar com palavrões cabeludérrimos (não necessariamente “nu tuíter”).

O discurso que abriu o Ig Nobel, com a saudação “Senhoras, senhores e distintas bactérias”, deu o tom da noite. Antes do início da cerimônia, as pessoas eram convidadas a limpar as mãos utilizando álcool-gel distribuído por atores no palco. Além disso, uma mini ópera, executada em quatro atos, contava a história de um grupo de bactérias que vivia na superfície do dente de uma mulher e tencionava dominar o mundo. Grupos de estudantes passavam na frente da plateia com cartazes pedindo o fim do “germicídio”, como bem preza a cultura vegan. Como é de praxe no IgNobel, o evento sempre é apresentado por um cientista que ganhou o prêmio Nobel (o verdadeiro). Este ano contou-se com a participação do dr. Sheldon Cooper, digo, dr. Sheldon Glashow, ganhador do Nobel de Física, em 1979, entre outros ganhadores do Nobel. Confiramos os premiados, irmãos. Envelope, por favor. And the IgNobel goes to…

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Bougainville e a Revolução dos Cocos

revolucao-cocos.jpgMuito provavelmente, o máximo que você deve ter ouvido falar de Bougainville diz respeito a flores ou a condomínios de classe média, mas há também um lugar chamado Bougainville, uma ilha pertencente ao Arquipélago de Salomão, com uma população superior a 175 mil habitantes, um pouquinho a mais do que o Maracanã suporta de torcedores (na Copa de 1950, estima-se que havia 200 mil torcedores no Maracanã, quando o Uruguai ganhou do Brasil), vivendo numa área de 9.318 km². O lugar não é nenhuma riqueza, pelo que pode-se imaginar algo rico, como tendo ouro, prata, platina e diamantes. A riqueza de Bougainville não é mineral e sim sua população.

Esta é a história de uma guerra de independência, onde o líder dos revoltosos não era John Connors, mas foi muito mais heroico contra as adversidades que apareceram. Esta é a história de como os ilhéus de Bougainville lutaram até mesmo contra o poderio de um país rico e os colocaram de joelhos. Esta é a história da Revolução dos Cocos.

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Para resolver problemas no trânsito, indianos usam pirâmides

onibus-india.jpgA Índia é um país exótico. Uso a palavra “exótico” no mesmo sentido que nossas mães empregavam para se referir às belas moças esquisitas com as quais saíamos. Ao menos, para as amigas, enquanto que para nós elas diziam esquisitas, estranhas e, “pelamordedeus o que essa garota tem pendurado no nariz?”. Enfim, a Índia é um país esquisitão, cheio de coisas para lá de bizarras, como o Golimar, Tônico com Guaraná e o Rivaldo Sai desse Lago (YouTube está à sua disposição, filhos). Agora, eles resolveram radicalizar, pois o trânsito está cada dia mais caótico, com aquele bando de motoristas ensandecidos e seus cacarecos que não anda com mais de uma marcha. Me disseram que os governadores de São Paulo se inspiraram no modelo automotivo indiano. Depois de ter ficado parado na Av. Brasil hoje de manhã, imagino que o Rio está copiando o modelo paulistano, que copiou o modelo indiano, que foi proposto por Satã.

Agora, os indianos resolveram dar um basta naquela desgraceira e empregaram algo definitivo… definitivamente idiota: usar pirâmides nas estradas para fluir energias cármicas ou alguma bobagem do Feng Shui. Estou aguardando nossos perclaros políticos adotarem isso aqui.

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