O Brasil tem enraizado em sua "cultura" a defesa do coitadismo. Se alguém não estudou, coitado, é analfabeto (o Rio de Janeiro é a cidade com o maior número de escolas públicas municipais – notadamente responsável pela alfabetização e de ensino fundamental — DO MUNDO!). Se existem assaltantes, coitados, é porque não tiveram chance de estudar e querem ter o que você tem e conseguiu porque você estudou. Se alguém tomou uma multa porque avançou o sinal, coitado, ele não tem dinheiro para pagar a multa e acha um absurdo um governo autoritário. Se um servidor público, pago com o SEU dinheiro dos impostos, lhe trata mal, coitado, é porque ele ganha pouco (mesmo sabendo do salário quando prestou concurso, mas não reclama que possui estabilidade e não pode ser demitido).
O Executivo baixou uma lei (sim, eu sei que o Executivo não pode/deveria legislar, o Brasil é assim mesmo) criando a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PL 1991/07) em 2007, a qual foi aprovada pelo Congresso no início de julho de 2010 (não pergunte), cuja discussão vinha rolando por 20 (!!) anos. A lei cuida do destino dos resíduos sólidos, carinhosamente chamado "lixo", e prevê que até 2014 os lixões sejam coisa do passado. Isso parece bom do ponto de vista ambiental, só que o coitadismo vem e diz "Ah, mas e os pobres catadores de lixo?", e lá vamos nós de novo…

Bairrismo é uma coisa muito feia. países ficam com ciúmes de outros países e danam-se a ficar copiando os outros. Interessante que a notícia a seguir não tem origem na China e sim na Sérvia. Em 2008, noticiamos sobre
Este é o Teorema do Relógio. Diz o Teorema do Relógio que: "Até mesmo um relógio quebrado está certo duas vezes por dia". Vemos muitas sandices psicopedarretardadas diariamente. Também vemos políticos fazendo besteiras, votando sandices e se confundindo na hora de votar o valor do salário mínimo, só para dizer depois que seus passos foram friamente calculados. Em contrapartida, há sempre um tênue alvorecer nas trevas da ignorância e um perfeito exemplo disso foi o parecer dado pelo Conselho Municipal do Rio de Janeiro que disse o ensino religioso não deve ser encarado como área de conhecimento e, segundo minha interpretação, deveria ser enfiado no rabo de quem o defende.
Quando somos apresentados às maravilhas do Sistema Solar, a primeira coisa sobre a qual nos falam é a Lua. Claro, não poderia ser diferente. Ela é o corpo celeste mais próximo a nós, orbitando de sua distância fria e indiferente se estamos vivos ou mortos. Nós a Vemos todo0s os dias (salvo noites nubladas e de Lua Nova, obviamente), e mesmo assim ela pouco se dá aos pobres primatas largados por aqui. Somos apenas meros (quase) 7 bilhões de indivíduos, ridículos em comparação aos insetos. A Lua realmente deve dar mais importância aos insetos, mas o amor não é correspondido, pois os insetos também não se importam com a Lua. Mas ela está lá, girando por milhões de anos e ainda continuará girando ao nosso redor por outros (longos) pares de anos. Vemos a calma luz branca refletida pela sua superfície, iluminando nosso caminho, nossos pensamentos. Erguemos a mão tentando alcançá-la, mas Jaci é caprichosa e não se deixa pegar tão facilmente, em sua posição muito longe de nossos dedos. Como poderíamos saber a qual distância ela está? E o seu tamanho? Talvez possamos encontrar no Livro dos Por quês.
Eu sempre recebo um aviso de confirmação, cada vez que alguém se cadastra no Cet.net para poder comentar. Minha experiência diz que o apelido (ou nickname) de alguém serve como aviso para entrarmos em DEFCON. Quando eu recebi o aviso de um mané que usou o título "O Protetor", comentei aqui em casa: Lá vem merda, quer apostar?" Dito e feito. E assim, excepcionalmente, o Voz dos Alienados de hoje é inteiramente dedicado a um IDIOTA que achou que pode falar um monte de besteiras, em vários comentários dentro de um mesmo artigo.
O mundo cada dia se mostra mais e mais esquisito. As coisas são tão absurdas que eu fico imaginando que alguém implantou alguma ideia em meu subconsciente. Temos a impressão que aquilo que circula diariamente em nossos e-mails morrem nas lixeiras, mas não é bem assim. Um certo professor da cidade de Santos é prova disso. Por causa de uma mensagem que circula em blogs e e-mails há uns 4 anos, Lívio pode acabar vendo o Sol nascer quadrado. Sendo professor de matemática, ele conseguirá provar a quadratura do círculo, enquanto isso.
Olá irmão! Meus respeitos, irmã. Sabemos com a graça de Deus-Pai, Todo-Poderoso, que nos anos que antecederam o afundamento de Atlântida, digo, no ano de Nosso Senhor de 2011, o Governo dos Trabalhadores, cioso de suas obrigações para com a massa que elegeu seus representantes, visando a melhoria das condições de nós, proletariados, e lutando contra o monstro neo-liberal, travou uma disputa tendo como campo de batalha a votação pelo salário mínimo. Aquele maravilhoso valor que juram de pés juntinhos ser capaz de garantir as necessidades básicas do povo, mediante oque vem escrito na Constituição (aquilo que dizem servir para alguma coisa). O Governo viu que um aumento substancial e escorchante para voluptuosos 600 reais quebraria o país e, pior, nos transformaria a todos em porcos burgueses. Venceu bom senso e o aumento foi só de:
Notícias assim cairiam na Sexta Insana, mas não há motivo para não postar hoje. Carlos Roberto da Silva, um enVIADO dos Céus de 44 anos teve um surto psicótico e passou o cerol no próprio pai, de 66 anos. Isso é violento, doentio e se já não bastava isso para caracterizar doideira total, Carlota (como ficará conhecido na cadeia), após ser preso em flagrante, afirmou ser Jesus. Foi-se o tempo em que o Jóquei de Jegue secava figueiras e surrava camelôs, agora partiu pra ignorância.
Onde começa o sofrimento de um pai e onde termina o amor por um filho? Ohad Ben-Yaakov talvez seja um bom exemplo de como conceitos como amor e ética acabam tropeçando um no outro. No caso, o israelense Ohad não teve muita sorte, pois ele foi morto antes dos 30 anos por causa de um acidente de trabalho. Inconformados com a morte dos filhos, os pais resolveram tomar uma decisão radical: entraram na Justiça pedindo autorização para usar o sêmen do filho morto para fazerem uma inseminação artificial e terem um neto de alguém que já não caminha pela Terra.