Tendo em vista o completo silêncio histórico a respeito de Jesus Cristo, bem como as evidentes ligações deste com o mito dos deuses-solares, Dupuis escreveu o seguinte:
“Um deus nascido de uma virgem no solstício do inverno, que ressuscita na Páscoa, no equinócio da primavera, depois de haver descido ao inferno; um deus que leva atrás de si doze apóstolos, correspondentes às doze constelações; que põe o homem sob o império da luz, não pode ser mais que um deus solar, copiado de tantos outros deuses heliosísticos em que abundavam as religiões orientais. No céu da esfera armilar dos magos e dos caldeus via-se um menino colocado entre os braços de uma virgem celestial, a que Eratóstenes dá como Ísis, mãe de Horus. Seu nascimento foi a 25 de dezembro. Era a virgem das constelações zodiacais. Graças aos raios solares, a virgem pôde ser mãe sem deixar de ser virgem… Via-se uma jovem ‘Seclanidas de Darzana’, que em árabe é ‘Adrenadefa’, e significa virgem pura, casta, imaculada e bela… Está assentada e dá de mamar a um filho que alguns chamam de Jesus e, nós, de Cristo.”
Já mostrei que Jesus repete todos os mistérios dos deuses solares e redentores, pelo que Heródoto, Plutarco, Lactâncio e Firmico puderam afirmar que esse deus redentor é o Sol. De modo que Jesus é apenas mais um deus solar. Continuar lendo “A maior farsa de todos os tempos: Jesus Cristo é um mito solar”

Saúde de pessoas do auge do Império Romano e do começo da Idade Média era idêntica. Dados sugerem que transição entre eras imperial e medieval não afetou pessoas comuns. Para a elite da época, foi como se o mundo tivesse acabado. “Tornou-se cativa a cidade que antes havia tornado todas as outras suas cativas”, escreveu São Jerônimo sobre o saque de Roma pelos bárbaros em 410 d.C., que marcou o início do fim de um império de 500 anos. Mas, ao menos para o povo comum da Itália, parece que a suposta catástrofe não foi nem um pouco catastrófica. Um novo estudo sugere que as condições de vida da população mudaram muito pouco entre o auge do Império Romano e o começo da Idade Média.
Sempre associados a sujeira e falta de higiene, os porcos podem ser agora a mais nova fonte de energia alternativa, limpa e renovável. É que um grupo de cientistas do Centro de Pesquisas em Energias Alternativas e Renováveis (CPEAR), da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), acaba de desenvolver um novo processo que permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos sem liberação de gases poluentes. Além de oferecer uma opção a mais de acesso à energia, a técnica ajudará a reduzir a poluição de solos e mananciais, um problema cada vez mais grave no Sul do Brasil, onde a suinocultura é uma das principais atividades em pequenas e médias propriedades rurais.
Até 5,4 milhões de macacos são caçados e consumidos anualmente na Amazônia brasileira, colocando em risco as populações naturais de primatas, alertaram nesta segunda-feira (12/03) as organizações ambientais
Vaticanistas italianos acreditam que uma mudança histórica nas normas da Igreja Católica sobre o uso da camisinha está próxima, com a autorização do preservativo dentro do casamento, no caso de um dos parceiros estar contaminado pelo vírus HIV.
Acaba de entrar em operação no Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) do Rio de Janeiro, uma unidade de pesquisas na área de mineração, ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, a Unidade Semi-Piloto de Biolixiviação, que visa à redução de gases poluentes na extração de cobre.
O Ministério da Defesa britânico defendeu nesta sexta-feira sua decisão de realizar testes para descobrir se poderes psíquicos poderiam ser usados para detectar objetos escondidos.
Pelo segundo ano, a revista
Um “Atlas da Criação” ilustrado está causando polêmica na Turquia, ao afirmar que a teoria da evolução de Charles Darwin é a verdadeira causa do terrorismo. O curioso é que o livro chega por correio, sem ser solicitado, a escolas e bibliotecas.
Ao que parece, o