A inventora de uma técnica para extrair fragrância de baunilha do estrume de vaca, os criadores da arma química chamada “bomba gay” e a bióloga que esmiuçou as dobras dos lençóis estão entre os ganhadores do prêmio IgNobel de 2007.
A “honraria”, concedida anualmente pela revista humorística Annals of Improbable Research (Anais da Pesquisa Improvável), foi anunciada na quinta-feira numa cerimônia em Cambridge, Massachusetts – sede das prestigiosas universidades Harvard e MIT. Os ganhadores tinham no máximo um minuto para tentar explicar seu trabalho. Continuar lendo ““Bomba gay” e “baunilha de estrume” levam o prêmio IgNobel”

Pesquisadores italianos afirmam ter descoberto o papel de uma proteína que pode ser fundamental no combate à Aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis. A revelação do novo mecanismo imunológico pode até ajudar na criação de uma vacina anti-Aids. A proteína seria capaz de potencializar a criação de anticorpos contra o vírus HIV e pode representar um avanço importante para a medicina.
Na noite de 29 de dezembro de 1959, o físico norte-americano
As crianças sacrificadas em rituais incas parecem ter sido “engordadas” num regime especial que durava cerca de ano, afirma uma nova pesquisa. É o que parecem revelar os cabelos da cabeça e os guardados em pequenas bolsas que acompanharam quatro múmias de crianças em seu túmulo gelado nos Andes.
Línguas nativas de tribos indígenas brasileiras estão entre as mais ameaças de extinção, segundo uma classificação feita pela National Geographic Society e o Instituto Living Tongues. Elas estão sendo substituídas pelo espanhol, o português e idiomas indígenas mais fortes na fronteira do Brasil com a Bolívia e o Paraguai, os Andes e a região do chaco, revelaram os pesquisadores. Menos de 20 pessoas falam ofayé, e menos de 50 conseguem se expressar em guató, ambas faladas no Mato Grosso do Sul, próximo ao Paraguai e à Bolívia, para citar um exemplo. A área é considerada de “alto risco” para línguas em risco de extinção, alertaram os pesquisadores.
Esta semana, Sumqayit, no Azerbaijão, ganhou o prêmio duvidoso de entrar na lista dos dez locais mais poluídos do mundo, publicada pela organização ambientalista americana Blacksmith Institute. Mais uma herdeira do legado tóxico da indústria soviética, a cidade de 275 mil habitantes convive com uma forte contaminação de metais, petróleo e produtos químicos, conseqüência de seus dias como centro de produção química. Como resultado, a população tem um número de 22% a 51% maior de casos de câncer que os habitantes do resto do país, e seus filhos sofrem de uma gama de complicações genéticas, de retardo mental a doenças nos ossos.
Afinal de contas, quem é você? Poderia o genoma trazer a resposta para um problema filosófico milenar? Sócrates ( circa 470 a.C.–399 a.C.), o grande filósofo grego da Antigüidade, acreditava que “não vale a pena viver uma vida não examinada”. Será? Não haveria a possibilidade de alguém querer examinar demais a própria vida e acabar se enrolando intelectualmente no processo? E seria nossa vida tão excitante e especial assim que deva ser minuciosamente investigada? Lembro-me aqui de um ironista, cujo nome me foge à memória, que afirmou: “Não valeu a pena examinar uma vida examinada”.
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O Ministério da Ciência e Tecnologia afirmou nesta sexta (14) que está pedindo esclarecimentos à fabricante de computadores Dell a respeito de exigências feitas pela empresa a pesquisadores brasileiros. A informação foi publicada no jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo MCT.
Todo mundo já teve uma “virose”, especialmente na infância e nesta época do ano, quando o ar está mais seco e o tempo mais instável. Mas, o que, exatamente, é isso? Segundo o professor de microbiologia da Universidade de São Paulo Edison Durigon, “virose” é simplesmente o nome que o médico dá quando ele não sabe com certeza o que o paciente tem.